terça-feira, 7 de agosto de 2012

DIRETOR TITULAR DO DEINFRA AFIRMA QUE INÉPCIA DO REGULADOR JUSTIFICA NECESSIDADE DE LEILÕES !!!



                                                      Imagem meramente ilustrativa.


Em seu pronunciamento na abertura do 13º Encontro Internacional de Energia da Fedederação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o diretor-titular do Departamento de Infraestrutura (Deinfra), Carlos Cavalcanti, fez uma analise das políticas públicas que, em sua opinião, impedem o desenvolvimento da infraestrutura brasileira e minam toda a competitividade da economia do país.

“Podemos antecipar que, sem diagnóstico, o governo não sabe onde estamos. Sem planejamento, o governo não sabe para onde vamos. Sem estratégia, o governo não sabe como vamos”, assinalou.

Cavalcanti listou exemplos de corrupção, dispersão administrativa, ausência de planejamento e de estratégia na expansão dos ativos e incompetência no cálculo de avaliação dos negócios concessionados.

O diretor da Fiesp criticou a subordinação dos interesses públicos aos monopólios estatais, a valorização dos interesses dos concessionários em detrimento dos interesses dos consumidores, o atraso nos aperfeiçoamentos regulatórios e casos em que a autoridade regulatória assume o papel de formulador de políticas e não promoção da concorrência.

Cavalcanti alertou que o governo federal pretende editar medida provisória prorrogando as concessões do setor elétrico. “Felizmente, nossa Constituição não dá margem ao Governo para essa aventura política”, reforçou, lembrando que no último ano, o Brasil mudou por conta da conscientização da campanha Energia a Preço Justo.

“A inépcia do regulador brasileiro é uma das razões mais veementes para que a solução dessa questão seja submetida aos leilões públicos. Apenas por meio destes, o povo brasileiro poderá ter segurança do preço justo de sua energia”, destacou o diretor da Fiesp, acrescentando que os consumidores e a população despertaram para a satisfação dos seus direitos.

“A sociedade brasileira pode contar com a Fiesp, em todas as trincheiras, políticas e jurídicas, para resistir a essa ameaça”, completou.


DISCURSO COMPLETO EM PDF

http://www2.fiesp.com.br/wp-content/uploads/2012/08/discurso.pdf


Fonte : Federação das Indústrias do Estado de São Paulo.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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segunda-feira, 16 de julho de 2012

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DECIDE QUE CDC NÃO SE APLICA A CONTRATO DE FACTORING !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativa.


Por não ser um serviço voltado ao consumidor final, o contrato de fomento mercantil (factoring) não se sujeita às regras do Código de Defesa do Consumidor (CDC). A Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) entendeu que se o serviço é usado na cadeia produtiva, uma empresa não pode alegar ser mera consumidora. A decisão foi dada em recurso movido por empresa dentística de Brasília.

A empresa propôs ação de contestação contra supostas cláusulas abusivas do contrato por ela firmado para aquisição de créditos, assessoria creditícia e acompanhamento de “carteira de contas”. As cláusulas ofenderiam o CDC, pois deixavam apenas ao arbítrio da instituição de fomento vários itens do pacto. O Judiciário do Distrito Federal, todavia, não acatou a contestação.

A empresa odontológica recorreu ao STJ, com a alegação de que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu em Ação Declaratória de Inconstitucionalidade que há incidência do código consumerista em processos envolvendo instituições financeiras. O relator do processo, ministro Luis Felipe Salomão, rebateu esse argumento e salientou que as empresas de fomento mercantil não se encaixam no conceito legal de empresas.


FACTORING E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS

O ministro Salomão destacou que o Banco Central (BACEN) não regula o factoring, e que seus operadores, de maneira diversa dos bancos, não captam recursos de terceiros, mas empregam recursos próprios. Essa, acrescentou o relator, é a jurisprudência já fixada na Corte. Ele também ponderou que o acordo entre as empresas “em nada se distancia das diversas modalidades do contrato de factoring”.

A empresa alegou também que, conforme dispõe o artigo 3º do CDC, haveria relação de consumo uma vez que toda e qualquer atividade financeira se amolda no conceito. Mais uma vez, o ministro Salomão não aceitou o argumento, pois o artigo 2º do mesmo código define “consumidor” como a pessoa física ou jurídica que utiliza o produto ou serviço como destinatária final. “Sob esse enfoque, desnatura-se a relação consumerista se o bem ou serviço passar a integrar a cadeia produtiva do adquirente, ou seja, for posto à revenda ou transformado por meio de beneficiamento ou montagem”, esclareceu.

O magistrado reconheceu a possibilidade da equiparação ao consumidor final, prevista no artigo 29 do CDC e, conforme vários precedentes do STJ, se demonstrada a vulnerabilidade diante do fornecedor. Porém a empresa dentística não se encaixa nesse perfil. “Com efeito, verifica-se que a recorrida não se insere em situação de vulnerabilidade, porquanto não se apresenta como sujeito mais fraco, com necessidade de proteção estatal, mas como sociedade empresarial, que por meio de pactuação livremente firmada, obtém capital de giro para operação de sua atividade”, concluiu. A Quarta Turma acompanhou o voto do ministro Salomão de forma unânime.


Fonte : Superior Tribunal de Justiça.

Processo de referência : REsp 938979.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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quinta-feira, 5 de julho de 2012

GOVERNO FEDERAL DISPONIBILIZA R$ 18 BILHÕES PARA O PLANO SAFRA DA AGRICULTURA FAMILIAR 2012/2013 !!!



                                                         Imagem meramente ilustrativa.


O governo lançou nessa quarta-feira, dia 4, o Plano Safra da Agricultura Familiar 2012/2013, que prevê R$ 18 bilhões para crédito de custeio e investimento à agricultura familiar. Outros R$ 4,3 bilhões devem chegar aos agricultores familiares por meio de programas como os de assistência técnica e aquisição de alimentos. A taxa máxima de juros paga pelos agricultores, que antes era 4,5%, agora será 4%.

Além disso, mais agricultores poderão buscar o financiamento, com a ampliação da renda bruta anual para acesso ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) de R$ 110 mil para R$ 160 mil. O Plano Safra foi apresentado em cerimônia comandada pela presidenta Dilma Rousseff, pela manhã, no Palácio do Planalto.

Para 2012/2013, o plano amplia o limite do financiamento de custeio do Crédito Pronaf de R$ 50 mil para R$ 80 mil. O limite de financiamento para investimento das cooperativas também foi ampliado, passando de R$ 10 milhões para R$ 30 milhões, e no caso de associações, de R$ 500 mil sobe para R$ 1 milhão. O investimento para financiar agroindústrias familiares sobe de R$ 50 mil para R$ 130 mil.

Aumentou ainda a cobertura da renda do seguro da agricultura familiar de R$ 3,5 mil para R$ 7 mil. Além de assegurar a quitação da operação de crédito contratada em caso de sinistro por adversidade climática, o seguro garantirá renda para que o agricultor tenha condições de chegar à próxima oportunidade de plantio.

Uma novidade são as ações de sustentabilidade na agricultura familiar. Todas as novas contratações de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) passarão a exigir orientação específica para melhorar a gestão ambiental da propriedade e reduzir o uso de agrotóxicos.

“Vamos colocar a assistência técnica na rota da sustentabilidade, prevendo assistência e manejo sustentável do solo, da água e dos insumos. Queremos reduzir muito o volume de agrotóxicos usados na agricultura familiar”, disse o ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas.

O montante de R$ 18 bilhões destinado ao Pronaf é R$ 2 bilhões, ou 12,5%, superior ao valor disponibilizado no ano passado.

Atualmente, a agricultura familiar é responsável pela produção de 70% dos alimentos consumidos pelos brasileiros e ocupa cerca de 75% da mão de obra do campo, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento Agrário.


Fonte : Agrolink e Agência Brasil.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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segunda-feira, 25 de junho de 2012

ESTADO DE SÃO PAULO JÁ POSSUI MAPEAMENTO COM AS MELHORES REGIÕES PARA O CULTIVO DE CANA-DE AÇÚCAR !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativa.


O Estado de São Paulo já possui mapeamentos físicos e climáticos que apontam as regiões com melhores aptidões ambientais para o cultivo da cana-de-açúcar. No entanto, ainda não dispõe de um mapa microbiológico que indique, por exemplo, áreas com composição microbiana do solo mais propícia para o desenvolvimento da cultura de maior importância agrícola do Estado.

Um projeto de pesquisa, realizado por pesquisadores da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da Universidade de São Paulo (USP), com apoio da FAPESP no âmbito do Programa de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), pretende mapear a diversidade microbiana existente nos solos onde já é cultivada cana-de-açúcar em São Paulo.

O projeto foi apresentado durante o “NWO-FAPESP-CNPq Joint Workshop for developing researchs collaborations”, realizado nos dias 19 e 20 de junho na sede da FAPESP, em São Paulo.

Promovido pela FAPESP juntamente com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e a The Netherlands Organization for Scientific Research (NWO), o objetivo do evento foi fortalecer a colaboração em pesquisa entre cientistas do Brasil e da Holanda para realizarem projetos conjuntos relacionados à bioeconomia em áreas como a resiliência de sistemas de produção agrícola, na qual se enquadra o projeto que está sendo realizado por pesquisadores da Esalq.

Iniciado em 2011, o objetivo do estudo é mapear os grupos de microrganismos existentes nos solos onde há cultivo de cana-de-açúcar em São Paulo, correlacionando-os com fatores como o tipo de manejo da cultura, aspectos climáticos, como umidade e temperatura, e tipo de solo.

Com base nos dados microbiológicos obtidos pelos pesquisadores será possível estimar se uma determinada região apresenta maior incidência de determinados grupos de microrganismos e, em função disso, demanda menos fertilizantes.

Ou se manter a palha da cana-de-açúcar na superfície da plantação da cultura após a colheita induz o crescimento de certos grupos de microrganismos no solo que auxiliam no desenvolvimento da planta, suprindo-a com nutrientes, ou que a tornam mais resistente a pragas e doenças agrícolas.

“A ideia central da pesquisa é, com base no conhecimento da microbiologia do solo, poder indicar tipos de manejo que induzem o crescimento de determinados microrganismos que ajudam a planta a se nutrir e crescer, estimulando o recurso natural da área”, disse Fernando Dini Andreote, professor da Esalq e coordenador da pesquisa, à Agência FAPESP.

De acordo com Andreote, calcula-se que existam entre 15 mil e 30 mil espécies diferentes de microrganismos no solo, que variam de acordo com fatores como o tipo de clima, do solo, da existência ou não de floresta e plantações e do manejo da terra.

Para estimar quais grupos de microrganismos estão presentes nas áreas de cultivo de cana-de-açúcar em São Paulo, entre fungos, bactérias e outros, os pesquisadores coletaram 440 amostras de 10 talhões (uma espécie de quarteirão) de cana de 11 diferentes regiões no Estado (do extremo norte ao município de São Manoel, próximo a Piracicaba), que possuem diferentes temperaturas, tipos de solo, incidência de chuva e são manejadas de diversas formas, como por colheita mecânica ou queima da cana.

As amostras foram analisadas pelo método sem cultivo, em que é extraído e sequenciado o DNA de todos os microrganismos presentes na porção de solo coletado em trabalho de campo para quantificar as células de cada grupo de microrganismo na região, que podem chegar a 1 bilhão de células por grama de solo.

A análise físico-química das amostras ainda não foi concluída, mas os primeiros resultados das avaliações dos grupos de bactérias e fungos, que estão mais adiantadas, indicam que há variações dos grupos de acordo com a área investigada.

“Ainda não fizemos a análise estatística para podermos afirmar que um determinado tipo de cultivo induz o crescimento de um grupo de bactéria ou fungo. Mas já sabemos que há variabilidade dos grupos de microrganismos nas regiões analisadas, que iremos verificar se corresponde ou não a uma variação biológica”, disse Andreote.


MICROBIOMA HUMANO

Segundo Andreote, que realizou doutorado-sanduíche e parte de sua graduação e do pós-doutorado na Holanda, as pesquisas sobre a estruturação da comunidade microbiana espacialmente, correlacionando-a com aspectos como o clima, estão mais consolidadas em países como Estados Unidos, França, Inglaterra e Alemanha, mas ainda são incipientes no Brasil.

Entre os fatores que Andreote atribui para a escassez de estudos nessa área no país está o custo do método sem cultivo de análise de DNA de microrganismos, que era muito alto e em função disso possibilitava analisar poucas amostras.

O novo método é muito mais confiável para quantificar microrganismos do que a metodologia por cultivo de bactéria, fungo ou arqueia em laboratório, que só consegue representar menos de 1% de um microbioma.

Com o barateamento da metodologia e a ampliação da possibilidade de sequenciamento do DNA nos últimos anos, tornou-se possível sequenciar uma quantidade muito maior do gene do ribossoma de microrganismos e realizar mapeamentos microbiológicos como o do corpo humano, que acabou de ser concluído e publicado nas revistas Nature e PLoS por pesquisadores dos National Institutes of Health (NIH), nos Estados Unidos.

“Uma das descobertas interessantes desse mapeamento do microbioma humano é que os grupos taxonômicos de microrganismos variam bastante, mas as funções deles são muito estáveis, ou seja, são as mesmas. E pretendemos verificar se isso também ocorre com os microrganismos que existem no solo”, contou Andreote.

Os pesquisadores estão complementando os dados e realizando as análises estatísticas das amostras para começar a gerar os primeiros mapas microbiológicos e tentar verificar se há uma distribuição espacial dos grupos de microrganismos em macro ou microescala.

Se forem identificadas as mesmas comunidades microbianas no solo de duas regiões do Estado de São Paulo, como São José do Rio Preto e São Manuel, em que a cana-de-açúcar é manejada da mesma forma, será possível determinar que o manejo é o fator mais importante para a ocorrência de um determinado grupo de microrganismos do que a distância.

Por outro lado, se for observado que as comunidades microbianas são estruturadas pela distância, será possível afirmar que elas apresentam uma biogeografia (distribuição espacial) em ampla escala, como ocorre com as espécies de animais e de plantas.

"O mapeamento irá possibilitar a realização de análises integradas para determinar com maior assertividade as regiões em que pode se plantar cana-de-açúcar em São Paulo”, estimou Andreote.

De acordo com o pesquisador, quando for concluído, o mapeamento microbiológico de solos, que deverá ser disponibilizado na internet, poderá ter sua utilização expandida para outras culturas, que não apenas a cana-de-açúcar, além de para outras áreas para as quais a própria cana está caminhando em direção, como Mato Grosso e Goiás.

“Os zoneamentos agroclimáticos do Estado de São Paulo apontam a existência de duas regiões onde a cana-de-açúcar é manejada de formas diferentes. Na análise microbiológica, não sabemos quantas áreas aptas para o cultivo da planta vamos identificar”, disse Andreote.


Fonte : Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo.

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quarta-feira, 20 de junho de 2012

NAÇÕES UNIDAS E SEGURADORAS MUNDIAIS LANÇAM PRINCÍPIOS GLOBAIS DE SEGURO NA RIO +20 PARA IMPULSIONAR O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL !!!





Cerca de 30 grandes empresas do setor de seguros, representando mais de US$ 3,5 trilhões em ativos e perto de 10% do volume mundial bruto de prêmios, aderiram a um processo apoiado pela ONU para promover um conjunto de Princípios para o Seguro Global destinado a tornar o setor mais verde e fornecer ferramentas de seguro para a gestão de riscos em apoio à sustentabilidade ambiental, social e econômica.

Os Princípios fornecem uma abordagem holística para a gestão de uma ampla gama de riscos globais e emergentes no negócio de seguros, desde mudanças climáticas e desastres naturais até escassez de água, insegurança alimentar e pandemias.

Eles representam a primeira estrutura global de sustentabilidade voltada para o setor de seguros que leva em consideração o valor econômico fundamental do capital natural, do capital social e da boa governança.

Os Princípios destinam-se também a posicionar o setor de seguros como um impulsionador da economia verde e do desenvolvimento sustentável.

Os signatários divulgarão voluntariamente o progresso anual da implementação dos Princípios para Sustentabilidade em Seguros.

Os Princípios são resultado de um processo global de seis anos de elaboração conduzido pela Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI, na sigla em inglês), iniciativa estratégica envolvendo o PNUMA e instituições financeiras do mundo todo.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, e o diretor executivo do Pnuma, Achim Steiner, elogiaram os Princípios como uma iniciativa histórica e uma grande contribuição aos objetivos da Conferência Rio+20, que busca fazer avançar a boa governança e o desenvolvimento ambiental, social e econômico. A economia verde no contexto da redução da pobreza e do desenvolvimento sustentável é um dos grandes temas da Rio+20.

Ban Ki-moon disse: "Há anos, as seguradoras estão na linha de frente do mundo corporativo alertando a sociedade sobre os riscos das mudanças climáticas e, mais recentemente, de ameaças como a perda da diversidade biológica e as pressões do crescimento nas florestas, nos mananciais de água doce e em outros ecossistemas essenciais. As seguradoras estão também cada vez mais reconhecendo a necessidade de desenvolver produtos e serviços que atendam às necessidades de um mundo de rápidas mudanças, entre elas o seguro inclusivo para comunidades de baixa renda, pessoas com HIV/Aids ou deficiências ou populações envelhecendo".

"Os Princípios para Sustentabilidade em Seguros fornecem diretrizes globais para elaborar e ampliar soluções inovadoras de gestão de riscos e seguros que precisamos para promover energia renovável, água limpa, segurança alimentar, cidades sustentáveis e comunidades resistentes a desastres. As Nações Unidas esperam trabalhar com todos os setores da sociedade para a adoção global dessa importante nova iniciativa ao formularmos o futuro que desejamos", enfatizou o secretário-geral da ONU.

Os Princípios foram divulgados pela ONU e por líderes do setor de seguros em um grande evento global do qual participaram centenas de CEOs e altos executivos. O evento foi copatrocinado pela Sociedade Internacional de Seguros e pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

Achim Steiner declarou: "Nos últimos seis anos, a Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente vem explorando a possibilidade de criar princípios de sustentabilidade para o setor global de seguros que podem catalisar e amplificar mudanças transformacionais. Princípios adaptados às necessidades e aspirações do setor de seguros e dos clientes e cidadãos que atende".

"Sete bilhões de pessoas, chegando a mais de nove bilhões em 2050, não vão ficar parados e aguardar pelo futuro que desejam. Precisamos tornar nossas economias mais verdes, construir comunidades resilientes, apresentar resultados sociais mais abrangentes e conservar melhor nossas florestas, mananciais de água doce e outros ecossistemas cruciais. Os Princípios para Sustentabilidade em Seguros são a base sobre a qual o setor de seguros e a sociedade como um todo podem construir uma relação mais forte - que coloque a sustentabilidade no centro da gestão de riscos em busca de um mundo mais voltado para o futuro e mais bem administrado", concluiu Steiner.

O lançamento dos Princípios marca o início de uma iniciativa do setor de seguros apoiada pelas Nações Unidas que promoverá sua adoção e implementação no mundo todo.

Nikolaus von Bomhard, CEO da Munich Re, que atualmente preside o grupo de seguradoras da Iniciativa Financeira do PNUMA que conduziu a elaboração dos Princípios por diversas partes interessadas, explicou: "O setor de seguros desempenha um papel vital no desenvolvimento de nossa economia e nossa sociedade. Ao administrar e suportar riscos, nosso setor protege o bem-estar da sociedade e fomenta a inovação. Nosso setor dá a seus clientes a promessa de que cumpriremos nossas obrigações de curto e longo prazo assumidas nos contratos de seguro. Portanto, nosso setor tem o dever de agir de maneira responsável e voltada para o futuro. Os Princípios para Sustentabilidade em Seguros contribuirão de modo significativo para a sustentabilidade do setor de seguros e da sociedade como um todo".

"Agora é hora de colocar os Princípios em prática. Convido meus colegas do setor global de seguros para apoiar essa iniciativa histórica e dar vida aos Princípios por meio de seu compromisso", acrescentou.

Os Princípios surgiram de um processo global pioneiro, inclusivo e consultivo, envolvendo mais de 500 altos representantes do setor de seguros, governos, órgãos reguladores, organizações intergovernamentais e não governamentais, associações do setor, universidades e comunidade científica.

Com o apoio das principais seguradoras mundiais aos Princípios para Sustentabilidade em Seguros, espera-se que sejam rápida e amplamente adotados pelo setor global de seguros.

Os Princípios para Sustentabilidade em Seguros baseiam-se nos Princípios para o Investimento Responsável (PRI), que foram conceitualizados e apresentados pela Iniciativa Financeira do PNUMA e pelo Pacto Global da ONU para o setor de investimentos e lançados em 2006 pelo secretário-geral da ONU junto com alguns dos maiores investidores institucionais do mundo.

Até o momento, mais de mil investidores de 50 países, representando mais de US$ 30 trilhões em ativos administrados, adotaram os PRI e estão construindo mercados de capitais sustentáveis e uma economia verde implementando os PRI em todas as classes de ativos e regiões.


PRINCIPLES FOR SUSTAINABLE INSURANCE - PSI

http://www.unepfi.org/psi/wp-content/uploads/2012/06/PSI-document.pdf


PRINCÍPIOS PARA SUSTENTABILIDADE EM SEGUROS - PSI

http://www.unepfi.org/psi/wp-content/uploads/2012/05/PSI-document_Portuguese.pdf


Fonte : Programa das Nações Unidas Para o Meio Ambiente.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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quinta-feira, 31 de maio de 2012

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO AGRÁRIO ANUNCIA R$ 18 BILHÕES DE CRÉDITO PARA AGRICULTURA !!!



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O governo vai disponibilizar R$ 18 bilhões para crédito de custeio e investimento à agricultura familiar na safra 2012/2013. O anúncio foi feito ontem, dia 30, pelo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, em resposta à lista de reivindicações apresentada há um mês pelos movimentos de trabalhadores rurais durante o Grito da Terra Brasil. O detalhamento dos recursos será divulgado durante o anúncio do Plano Safra da Agricultura Familiar, que deve acontecer no fim de junho.

As respostas do governo aos 138 itens de reivindicações foram apresentadas pela própria presidenta Dilma Rousseff em reunião com representantes de entidades do campo liderados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (CONTAG). O ministro Vargas disse que, além dos R$ 18 bilhões do Plano Safra, mais R$ 4 bilhões devem chegar aos agricultores familiares por meio de outros programas, como os de assistência técnica e aquisição de alimentos.

“A presidenta Dilma disse que se forem necessários mais recursos, vamos viabilizar mais”, disse Vargas. Ele garantiu que R$ 706,5 milhões para aquisição de terras para assentamentos da reforma agrária este ano não serão contingenciados e a presidenta Dilma determinou o descontingenciamento de R$ 300 milhões para assistência técnica para pequenos produtores. Com a última medida, os recursos para a modalidade chegam a R$ 542 milhões.

O presidente da Contag, Alberto Broch, disse após a reunião que é preciso analisar as respostas para fazer um balanço geral das respostas recebidas do governo. Ele disse que os trabalhadores rurais saíram “satisfeitos em parte” com o que ouviram.

“Houveram avanços importantes principalmente nos custeios e investimentos e descontingenciamento da assistência técnica, mas outros pontos não avançaram. Para a reforma agrária, só o descontingenciamento é pouco”, disse Broch, explicando que os movimentos sociais ligados ao campo pediam pelo menos mais R$ 500 milhões para desapropriações.

O governo se comprometeu a aumentar o volume de crédito habitacional para os assentamentos, que passarão a integrar o Programa Minha Casa, Minha Vida, que deve passar de R$ 15 mil para R$ 25 mil por habitação. O pacote de medidas anunciado hoje também inclui ampliação do teto do crédito de custeio de R$ 50 mil para R$ 80 mil por produtor e elevação de recursos para o Pronaf Semiárido e para o Pronaf B, que atende agricultores de mais baixa renda

Para os produtores do semiárido, o limite de crédito, que hoje é R$ 12 mil, poderá chegar a R$ 18 mil. Os agricultores do Pronaf B, que atualmente contam com até R$ 7,5 mil, passarão a ter até R$ 10 mil para custeio.

Segundo o ministro Pepe Vargas, durante a reunião a presidenta reforçou o tratamento diferenciado dado pelo governo à agricultura familiar dentro do Novo Código Florestal Brasileiro. Com os vetos e modificações ao código divulgados na segunda-feira (28), o governo criou condições especiais para os pequenos produtores, como exigência de recompor em quantidade menor as áreas de preservação permanente (APPs), com a possibilidade de usar espécies exóticas.

"A presidenta trabalhou bastante essa questão do código florestal, reforçou a importância da agricultura familiar na produção de alimentos e disse que não podemos tratar igualmente os desiguais", disse.


Fonte : Agência Brasil de Comunicação.

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

CURSO DE INTRODUÇÃO AO GEOPROCESSAMENTO DA EMBRAPA MEIO AMBIENTE !!!





O termo Geoprocessamento surge com a introdução dos conceitos de manipulação de dados espaciais georreferenciados por meio de instrumentos computacionais chamados de Sistemas de Informações Geográficas (SIG). Um SIG é constituído por um conjunto de ferramentas especializadas em adquirir, armazenar, recuperar, transformar e emitir informações espaciais, tornando-se, desta forma, cada vez mais utilizado nos diversos campos de estudo, como a agricultura, o meio ambiente e os recursos naturais.


OBJETIVO

Apresentar os principais conceitos envolvidos na disciplina de Geoprocessamento e exemplos de aplicações na agricultura e meio ambiente, por meio de exposições teóricas e atividades práticas computacionais. 


PÚBLICO-ALVO

Especialistas, técnicos e estudantes interessados na aplicação da tecnologia de Geoprocessamento na solução de seus problemas.


PROGRAMAÇÃO

20 de agosto

8h Abertura

8h15 Fundamentos de Cartografia Renata do Valle Gonçalves

- Posicionamento na Terra - Sistemas de coordenadas
- Projeção cartográfica
- Sistemas de Coordenadas UTM (Universal Transverso de Mercator)
- Escala - Classificação de Mapas e Cartas
- Elementos de planimetria e altimetria
- Elementos de carta topográfica
- Fonte de dados

10h15 Intervalo

10h30 Sistema de Informações Geográficas - Introdução Emília Hamada

- Evolução histórica do SIG
- Conceitos SIG e suas características
- Dados vetoriais e matriciais
- Exemplos de aplicação

12h Almoço

13h15 Aplicação em agroclimatologia Emília Hamada e Renata do Valle Gonçalves

15h15 Intervalo

15h30 Aplicação em agroclimatologia (continuação)

17h Encerramento


21 de agosto

8h Cartografia temática Renata do Valle Gonçalves

- Conceitos
- Características
- Linguagem cartográfica
- Teoria da comunicação
- Instrumentos de representação

10h15 Intervalo

10h30 Introdução ao Sensoriamento Remoto Emília Hamada

- Interação da radiação eletromagnética e principais alvos
- Principais satélites e sensores
- Imagens de satélite
- Técnicas de processamento digital de imagens

12h Almoço

13h15 Aplicação prática em solos Emília Hamada e José Tadeu de O. Lana

15h15 Intervalo

15h30 Aplicação prática em solos (continuação)

17h Encerramento


INSCRIÇÃO

Número de vagas: 10

E-mail: geoprocessamento-l@cnpma.embrapa.br

Importante: Os dados informados na pré-inscrição serão utilizados na emissão dos crachás e certificados. 


VALORES

Profissionais: R$ 550,00

Estudantes: R$ 500,00

Obs.: O desconto aos estudantes de graduação e pós está condicionado ao envio do comprovante de vínculo com a instituição de ensino, diretamente ao e-mail: (geoprocessamento-l@cnpma.embrapa.br ) antes de efetuar o pagamento do boleto.

O não atendimento acarretará na cobrança do valor referente a profissionais.


COORDENAÇÃO

Emília Hamada Engenheira Agrícola, Doutora, Pesquisadora da Embrapa Meio Ambiente na área de Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto


INFORMAÇÕES

Embrapa Meio Ambiente
Núcleo de Comunicação Organizacional
Caixa Postal 69 Cep 13820-000
Jaguariúna/SP
Telefone: (19) 3311-2718 Fax: (19) 3311-2640
Site : www.cnpma.embrapa.br/sac


LOCAL

Embrapa Meio Ambiente
Rod. Campinas Mogi-Mirim Km 127,5 – Tanquinho Velho Jaguariúna/SP.


PATROCÍNIO 



Fonte : Embrapa Meio Ambiente.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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terça-feira, 1 de maio de 2012

ASSOCIAÇÃO DE PRODUTORES OFERECE BIODIESEL A ESPANHA !!!


                                                        Imagem meramente ilustrativa.


A Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil (APROBIO), encaminhou ofício à embaixada espanhola em Brasília colocando à disposição do país as 28 usinas associadas para fornecimento de biodiesel, no lugar do que a Espanha deixou de importar esta semana da Argentina, em represália pela nacionalização da empresa YPF, da espanhola Repsol.

As empresas associadas da entidade responderam por mais de 50% da oferta do produto no último leilão realizado pela Agência Nacional de Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), no final de fevereiro deste ano, quando foram comercializados 700 milhões de litros.

A produção brasileira de biodiesel, terceira maior do mundo depois de Argentina e Estados Unidos, superou os 2,5 bilhões de litros no ano passado, o que representou um faturamento de R$ 6 bilhões (US$ 3,1 bilhões). Além disso, o parque fabril do setor, composto por 63 usinas, opera com 55% de ociosidade em sua capacidade instalada.

Em 2011, a Argentina exportou um total de 1,87 bilhão de litros de biodiesel. De acordo com o Instituto Espanhol de Comércio, o país desembolsou US$ 920 milhões na compra de biocombustíveis argentinos (700 milhões de Euros). A Espanha é tida como a porta de entrada para o biodiesel na Europa, que dali se destina a outros países da Comunidade Europeia.

Quinze usinas brasileiras tem autorização da ANP para exportarem o biocombustível. A agência determina também um teto máximo de 4,6 bilhões de litros para venda ao exterior, o que supera bem o volume exportado pela Argentina no ano passado.

Na semana passada o embaixador espanhol no Brasil, Manuel de la Cámara, disse que a nacionalização da YPF pela Argentina abria possibilidades de o Brasil vender mais produtos para a Europa. “Acho que os europeus vão comprar mais biodiesel do Brasil. Essa é uma oportunidade para o Brasil vender produtos agrícolas, como soja, além de biocombustíveis e ferro”, afirmou ele, segundo despacho da Agência Brasil. 

Várias usinas brasileiras tem autorização especial da ANP para exportar biodiesel, que hoje é misturado à proporção de 5% por litro de diesel fóssil comercializado no país. Com R$ 4 bilhões investidos nos últimos sete anos, a produção de biodiesel no Brasil gera 1,3 milhão de empregos e envolve mais de 100 mil famílias de pequenos agricultores no fornecimento de matéria prima.

“Acredito que o Brasil tem todas as condições de atender os contratos da Espanha com a YPF”, afirma o presidente da Aprobio, Erasmo Battistella. Ele diz que já pediu uma audiência ao embaixador da Espanha no Brasil para se informar sobre os detalhes destas operações.

A partir daí, a APROBIO pretende procurar os importadores espanhóis e buscar o suprimento das importações, ainda que em caráter emergencial ou provisório, até que Espanha e Argentina resolvam as questões legais e comerciais que a suspensão dos contratos possa gerar.

Segundo Battistella, o biodiesel argentino exportado para a Espanha é feito à base de soja, matéria prima de 80% do biocombustível produzido no Brasil. Além do grão, 16% da matéria prima vêm do sebo bovino, da palma, de óleo de soja reutilizado, do girassol, da canola, e de outras oleaginosas.


Fonte : Associação dos Produtores de Biodiesel do Brasil.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


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sexta-feira, 27 de abril de 2012

19ª FEIRA INTERNACIONAL DE TECNOLOGIA AGRÍCOLA EM AÇÃO !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativa.


Com início no dia 30 de abril em Ribeirão Preto, a Agrishow - Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, traz as principais novidades e tendências para o mercado de Agricultura. Um dos destaques do evento serão as novas soluções para Agricultura de Precisão apresentadas pela Geo Agri Tecnologia Agrícola, empresa participante desde 1998.

Na área de equipamentos, o público poderá conferir de perto o EZ-Pilot, novo piloto automático elétrico da Trimble que possui um sistema de acionamento diferenciado, sendo acoplado diretamente na barra da direção, proporcionando desempenho similar ao piloto hidráulico e preço mais próximo ao piloto elétrico. Também estará no stand o Weedseeker, sistema exclusivo da Trimble onde através de sensores de índice verde, controla automaticamente a aplicação de herbicida, com possibilidade de economia em até 80%.

Na área de software será apresentado o novo módulo Farm Works para gerenciamento de projeto no plantio e colheita da cana-de-açúcar, além do modem DCM300 para transmissão de dados e rastreamento de máquinas sem fio. Por fim, para a área de sensoriamento remoto, será mostrado o VANT Swinglet CAM, que tem como principais diferenciais o baixo preço, a facilidade de operação e a rápida obtenção dos resultados com a imagem.

Além destes lançamentos, o stand também contará com todo o portfólio de produtos da linha Trimble e as melhores soluções para geotecnologias, entre eles: sistemas de guia por barra de luzes Ag250, CFX750 e FMX, piloto automático hidráulico, sistema de controle de seção na pulverização, sistema de controle automático de adubo em taxa fixa ou variável, software para Agricultura de Precisão Farm Works e coletor de dados Juno para coleta de informações georreferenciadas.

De acordo com o gerente geral da Geo Agri, Rodrigo Tamani, o portfólio de produtos listados, somado ao conjunto de serviços prestados, compõem o leque de um dos diferenciais da empresa. “Nossa perspectiva é que haja um aumento de público, já que o setor para a Geo Agri está bastante aquecido. Vamos mostrar ao mercado os lançamentos e diferenciais da empresa, onde temos produtos para oferecer do plantio à colheita, além de soluções de gerenciamento através de software e monitoramento por meio de sensoriamento remoto. Nosso stand também contará com uma equipe altamente especializada para um atendimento personalizado”, explica.

A Agrishow 2012 será realizada entre os dias 30 de abril e 4 de maio, no Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronégócios do Centro-Leste. A participação da Geo Agri, com stand localizado no espaço A7B, é pautada pela melhor e mais completa linha de produtos e soluções para Agricultura de Precisão e pela qualidade nos serviços prestados.


TECNOLOGIAS PARA A PECUÁRIA

Com uma área cultivada para pastagem de 2.347 hectares, 1.700 cabeças de gado para corte e uma produção de leite tipo B de um milhão de litros por ano, a região de Ribeirão Preto, no interior do Estado de São Paulo, ocupa um espaço importante no setor pecuário brasileiro.

Os dados são da Casa de Agricultura do município. Para atender as necessidades desse mercado, fabricantes de equipamentos e acessórios investiram em novas soluções, que serão apresentadas na Agrishow 2012.

As novidades vão de réguas em concreto pretendido a sistema de alimentação controlada para suínos.

A Currais Itabira levará a Agrishow as Réguas em Concreto Protendido e Auto Adensável e novos projetos anti-stress para serviços cotidianos em confinamentos e fazendas de cria. De acordo com o fabricante, os produtos oferecem maior resistência e tempo de vida útil, a favor da segurança dos animais.

Já a GSI Brasil apresenta sua linha de produtos para avicultura e suinocultura. O Ninho automático modelo 2012 traz melhoria no acesso as aves, pois sua lateral é mais alta. Este recurso permite uma maior abertura da entrada do ninho que, segundo o fabricante, oferece mais conforto à ave para chocar os ovos. Para os produtores de suinocultura, a empresa apresenta o Multitratos, sistema de alimentação que distribui o alimento em forma “farelada” em comedouros lineares.

Além da pecuária, outros setores importantes do agronegócio terão espaço na Agrishow: aviação, irrigação, ferramentas, caminhões/ônibus/transbordos, máquinas para construção, agricultura de precisão, armazenagem, pneus e automobilístico.


AGRISHOW 2012

Data: 30 de abril a 4 de maio de 2012

Horário: das 8h às 18h.

Local: Pólo Regional de Desenvolvimento Tecnológico dos Agronegócios do Centro-Leste / Centro de Cana (Rodovia Antônio Duarte Nogueira Km 321 - Ribeirão Preto - SP).

Área Global de Exposição: 360 mil m2

Evento exclusivo para profissionais do setor.

Telefones:. 55 11 3030.9463 / 9460 / 9461 / 9462

É proibida a entrada de menores de 16 anos.


Fonte : Agrishow 2012.


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 http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2012/04/19-feira-internacional-de-tecnologia.html

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