sexta-feira, 30 de abril de 2010

CAIXA ECONÔMICA FEDERAL LANÇA EDITAL PARA CONSTRUÇÃO DE MORADIAS EM SP !!!



A Caixa Econômica Federal, por intermédio de sua Superintendência Regional Paulista, recebe, no período de 03 a 11 de maio, propostas de construtoras para a produção de empreendimentos habitacionais e/ou requalificação de unidades para uso residêncial, em São Paulo e em Suzano, no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida (PMCMV) do Governo Federal.

As habitações serão destinadas a famílias com renda de 0 a 3 salários mínimos.

Para as construções, foram destinados sete grupos de edifícios/terrenos localizados no centro da Capital, na Vila Monumento, em Interlagos e no município de Suzano. Os terrenos estão sendo transferidos para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), mediante doação da Secretaria do Patrimônio da União (SPU).

De acordo com as regras do Minha Casa Minha Vida, o valor de cada unidade habitacional não poderá ultrapassar os R$ 52 mil para apartamento ou R$ 48 mil para casa. A expectativa de produção é de 400 unidades destinadas a famílias de baixa renda.

No dia 12 de maio, serão abertos os envelopes de manifestação de interesse e de documentação. Na mesma data, serão divulgadas a lista das empresas habilitadas e a classificação final, com base no melhor conceito de análise de risco de crédito.

A publicação de chamamento às construtoras pode ser visualizada no site da Caixa (www.caixa.gov.br ), seção Portal de Compras, e o edital poderá ser solicitado por e-mail para o endereço eletrônico sr2573sp15@caixa.gov.br

SERVIÇO:

Recebimento das propostas na Caixa Econômica Federal - Superintendência Regional Paulista: de 03 a 11 de maio de 2010 - das 9h às 19h, na Avenida Paulista, 1842 - 2° andar - Edifício Torre Sul - São Paulo-SP.

Abertura dos envelopes de propostas e de documentação - divulgação das empresas selecionadas: 12 de maio de 2010, às 10h, na Gerência de Filial de Desenvolvimento Urbano - São Paulo, situada à Av. Paulista, 1.294, 11º andar, São Paulo-SP.

Assessoria de Imprensa da Caixa Econômica Federal.
Regional São Paulo.

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sexta-feira, 23 de abril de 2010

AERONAVE IPANEMA 2010 MOVIDA A ETANOL É EXIBIDA PELA EMBRAER NA AGRISHOW EM RIBEIRÃO PRETO !!!



“A Agrishow de Ribeirão Preto é um dos mais importantes eventos do ano, onde estarão reunidos do pequeno ao grande produtor, todos em busca de inovações que ofereçam mais eficiência e produtividade ao seu negócio”, disse Fábio Bertoldi Carretto, Gerente Comercial da Embraer para a Aeronave Ipanema. “Por isso, é mais uma excelente oportunidade para exibirmos o Ipanema e apresentar todas as vantagens competitivas que a aeronave pode trazer para o agronegócio”.

O Ipanema é líder no mercado de aviação agrícola no Brasil, com cerca de 75% de participação. São 40 anos de produção ininterrupta e 1.100 unidades entregues. A versão etanol (álcool hidratado) começou a ser produzida em 2005 e atualmente representa aproximadamente 25% da frota em operação.

O Ipanema é a primeira aeronave produzida em série no mundo certificada para voar com esse combustível. É uma opção para o mercado de aviação agrícola nacional, pois reduz o impacto ambiental, os custos de operação e a manutenção, além de melhorar o desempenho geral, o que torna o produto ainda mais atrativo.

Segundo os organizadores da Agrishow, mais de 730 expositores confirmaram presença na edição deste ano do evento. Em 2009, a feira recebeu 120 mil visitantes.

São José dos Campos, 22 de abril de 2010 – A Embraer participará, entre os dias 26 e 30 de abril, da 17ª Feira Internacional de Tecnologia Agrícola em Ação, Agrishow 2010. O evento é realizado anualmente no município de Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo. A Embraer ocupará o estande A19e, na rua 19.

( Matéria Publicada no Site Oficial da Embraer ).

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segunda-feira, 12 de abril de 2010

BRASIL RECEBE "DINHEIRO" PARA ERRADICAR AS PRAGAS NO SETOR DO ALGODÃO !!!



O Brasil vai usar o dinheiro dado pelos Estados Unidos no contencioso da Organização Mundial do Comércio (OMC) para resolver um problema de décadas: erradicar pragas no setor do algodão.

O plano revelado ao Estado prevê uma série de medidas e projetos que serão realizados com o dinheiro que a Casa Branca depositará em um fundo no País, como forma de compensar pelos subsídios ilegais que os produtores de algodão dos EUA recebem há anos.

A partir de hoje, Brasil e Estados Unidos vão negociar de que forma o dinheiro será transferido e como será utilizado. A meta do Brasil é aproveitar a oportunidade para melhorar a produtividade do algodão nacional.

O Brasil venceu em 2005 uma disputa nos tribunais da OMC contra os subsídios considerados ilegais dados aos produtores de algodão dos EUA. Mas, de lá para cá, os americanos resistem em adotar as medidas exigidas pelo tribunal. O Brasil, em 2009, finalmente ameaçou com uma retaliação e agora os dois países tentam acertar um acordo.

Pelo projeto proposto pelos americanos, o Brasil receberia da Casa Branca US$ 147,3 milhões por ano para projetos do setor do algodão. A Abrapa (Associação Brasileia de Produtores de Algodão) confirmou que um novo instituto será criado para gerenciar esses recursos.

O dinheiro seria repassado a institutos de pesquisa, universidades e entidades que tenham como meta o desenvolvimento científico da agricultura. Um projeto completo de uso dos recursos já está desenhado.

Mais da metade dos US$ 147,3 milhões será usada todos os anos para combater o bicudo, praga que há décadas afeta o algodão brasileiro. Um segundo projeto será o de desenvolver sementes de algodão mais resistentes às pragas com financiamento de pesquisas de biotecnologia para modificar o genoma da planta.

O objetivo é garantir maior produtividade do algodão brasileiro no médio prazo, reduzindo custos de produção e tornando-o mais interessante aos compradores. Outro projeto desenhado é o de fortalecer o programa de marketing do algodão, como forma de ganhar mercado.

Finalmente, o dinheiro será usado também em programas com metas sócio-ambientais para estimular a produção de algodão entre pequenos agricultores e produções familiares, solucionar eventuais problemas ambientais em relação à produção e ainda tratar de questões trabalhistas e sociais.

O Brasil deu aos americanos prazo até 21 de abril para chegar a um acordo sobre como o fundo funcionaria.

A Abrapa admite que a parte mais delicada do acordo será negociada a partir de hoje, já que se teme que os americanos possam querer interferir na formação do fundo ou na gerência dos recursos. Uma das exigências dos americanos será a transparência no uso dos recursos. África. Já o Brasil não repassará o dinheiro aos países africanos produtores de algodão, ainda que admita que o novo instituto possa desenvolver ao lado da Embrapa acordos de cooperação com Mali, Chade, Burkina Faso e outros países africanos.

Na OMC, o grupo africano apostava na disputa aberta pelo Brasil como forma de reduzir os subsídios americanos que nas últimas décadas devastaram a produção no continente. Mas com o acordo com o Brasil, temem que a pressão seja desfeita. Por isso, querem que parte dos recursos do fundo cheguem até eles.

O Brasil afirmou que legalmente isso não poderia ser feito e que projetos de desenvolvimento poderiam ser estabelecidos, o que agora está sendo avaliado.

( Matéria Publicada no Site IG ).

segunda-feira, 5 de abril de 2010

CONTRATO DE 5,2 BILHÕES FAZ DA HELIBRAS LÍDER DE FABRICAÇÃO DE HELICÓPTEROS NO BRASIL !!!



O Presidente da Eurocopter, grupo controlador da Helibras – Helicópteros do Brasil S/A, Lutz Bertling, afirmou em 19/03/2010 em Itajubá (MG), durante o evento de inauguração das obras da nova fábrica da Helibras no município, que “não se trata apenas de uma simples expansão da fábrica, mas também do aumento da capacidade de engenharia da Helibras, para que, a partir da próxima década, a empresa passe a fabricar completamente os helicópteros no Brasil”. Para Bertling, o dia 19 de março ficará marcado na história da Helibras: “Estamos escrevendo uma nova página na história de indústria aeronáutica brasileira”.

O evento contou com as presenças do Governador de Minas Gerais Aécio Neves, do Ministro da Defesa Nelson Jobim e dos Comandantes das Forças Armadas. O projeto, que dobrará a capacidade instalada e a oferta de empregos da empresa (que hoje conta com 300 funcionários), vai permitir que a Helibras, subsidiária do grupo Eurocopter, produza no Brasil o helicóptero modelo EC725, que será fornecido às Forças Armadas.

A nova unidade fabril da Helibras, que terá 11 mil metros quadrados e tem previsão para operar daqui a um ano e meio, acomodará além da linha de montagem do modelo EC725 as áreas de manufatura e escritórios administrativos, estruturas de manutenção e customização, apoio de produção e gerenciamento de programas.

O Presidente da Eurocopter reafirmou o compromisso com o mercado brasileiro e lembrou que o investimento na nova unidade de produção da Helibras vai muito além do contrato com a FAB. “Já estamos captando novos mercados para atender após a entrega de todos os helicópteros das Forças Armadas, que deve ocorrer até 2016”, concluiu.

"Já estamos contratando mão-de-obra especializada e 40 funcionários serão enviados à Europa para treinamento na Eurocopter. Vamos também mudar a interface do intercâmbio entre Brasil e Europa, com a troca de conhecimento e tecnologia entre países”, adiantou Eduardo Marson Ferreira, presidente da Helibras. Ele aproveitou para lembrar a importância que a expansão da fábrica terá, tanto para a economia local como para do país. “Para cada emprego gerado no setor aeronáutico são criados cinco novos empregos indiretos”. Marson avaliou ainda que o índice de nacionalização de 50% vai impulsionar o mercado de fornecedores. “Os critérios para o processo de escolha dos fornecedores nacionais serão elaborados em conjunto pela Helibras, Eurocopter e Forças Armadas”, esclareceu.

O Ministro da Defesa Nelson Jobim afirmou que o contrato com a Helibras é o primeiro passo para o desenvolvimento da estratégia nacional de defesa traçada em 2008 pelo Governo Federal. “É também o ponto de partida para que daqui a 10 anos o país tenha o primeiro centro de produção de um helicóptero totalmente brasileiro”.

O Governador de Minas Gerais, Aécio Neves, acredita que a nova fábrica de Helibras vai se consolidar como o segundo maior pólo da indústria aeronáutica brasileira. “Hoje inauguramos uma nova fronteira do conhecimento. Com a expansão da sua capacidade produtiva, a fábrica da Helibras será uma das mais importantes unidades de produção da Eurocopter”.

O projeto que resultará na expansão da Helibras teve início em 2008, com a assinatura do contrato com o Comando da Aeronáutica para fornecimento de 50 helicópteros EC725 para as Forças Armadas. Pelo contrato, no valor total de R$ 5,2 bilhões, as primeiras três unidades serão produzidas pela Eurocopter na França e serão entregues para o governo brasileiro no final de 2010. As obras da nova fábrica em Itajubá estarão concluídas em 2012 e os primeiros helicópteros produzidos no Brasil serão entregues pela Helibras em 2013. O cronograma de entregas vai obedecer a uma escala gradativa de nacionalização que chegará a um mínimo de 50% até a entrega dos últimos helicópteros.

O modelo EC725 é a versão mais recente da família Super Puma/Cougar. O EC725 é um biturbina médio da categoria de 11 toneladas, equipado com rotor de cinco pás e tanque de combustível de grande capacidade, resultando em maior autonomia de voo. Foi concebido para desempenhar múltiplas missões, como SAR (busca e resgate) de combate, transporte tático de longa distância, transporte aeromédico, apoio logístico e missões navais.

A transferência de tecnologia permitirá que a Helibras tenha condições de fabricar também o modelo EC225, versão civil do EC725 que vem sendo utilizada nos trabalhos de exploração de petróleo das camadas pré-sal na Bacia de Santos pelas empresas que atendem a Petrobrás.

( Matéria Publicada no Site Oficial da Helibras ).

domingo, 21 de março de 2010

HELIBRAS BATE NOVO RECORDE DE VENDAS !!!


A Helicópteros do Brasil S.A. – Helibras registrou novo recorde de faturamento no ano passado: R$ 357 milhões. Em 2009, a empresa entregou 31 aeronaves, volume 19% maior que o do ano anterior, quando 26 foram fornecidas.

“É um privilégio estar à frente da companhia no momento de mais um recorde de faturamento, especialmente em um ano de muita dificuldade para o mercado de aviação. Apesar da crise financeira mundial, não tivemos cancelamentos de pedidos, ao contrário do que ocorreu com várias indústrias do setor. Este ano, a expectativa é de reaquecimento na economia, o que já pôde ser sentido em janeiro”, afirmou o presidente Eduardo Marson Ferreira.

No setor de serviços, a Helibras também registrou aumento de 37% nos negócios. Foram R$ 77 milhões em 2009 contra R$ 56 milhões no ano anterior. O número demonstra a confiança dos operadores no trabalho da empresa.

Em 2009, a empresa vendeu 63 aeronaves, somando R$ 1,512 bilhões, totalizando pedidos em carteira de 80 aeronaves, equivalente a R$ 1,631 bilhões. O setor que mais impulsionou as vendas foi o militar, devido ao contrato para fornecimento de 50 helicópteros EC725 para as Forças Armadas. As três primeiras unidades serão entregues no final de 2010.

Além do contrato do EC725 com o Governo Federal, que entrou em eficácia no último mês de dezembro, também merece destaque em 2009 a compra pela Polícia Militar de São Paulo de cinco helicópteros Esquilo AS350. Com isso, a frota da PM será ampliada para 20 aeronaves da gama Helibras.

Para 2010, vale destacar o contrato com o Exército Brasileiro para modernização de sua frota de 34 modelos Pantera, que foi assinado em dezembro. Essa intervenção estenderá a vida útil dessas aeronaves para mais 25 anos. As entregas estão previstas para acontecer entre 2011 e 2021.

Este ano, a Helibras aposta também no sucesso do helicóptero EC145, modelo voltado principalmente para o mercado executivo, que teve a primeira aeronave entregue no Brasil no ano passado, para operação nesse mercado. A segunda unidade será entregue no primeiro semestre deste ano.

Também merecem registro as perspectivas para fornecimento de aeronaves ao setor de Óleo/Gás brasileiro, com a exploração de novas jazidas nas camadas pré-sal, na Bacia de Santos. Seis EC225, modelo com especificações voltadas para este mercado, foram adquiridos em 2009 por duas empresas de táxi aéreo que possuem contratos com a Petrobras.

Além disso, a empresa está otimista com a realização dos eventos esportivos, a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016, que devem aquecer ainda mais o mercado de segurança pública.

RESULTADOS DA EUROCOPTER

A Eurocopter, empresa da qual a Helibras é subsidiária, atingiu em 2009 seus objetivos de vendas e faturamento. Os pedidos governamentais compensaram a queda no mercado executivo e as entregas ficaram estáveis, com 558 helicópteros para os mercados civil e militar, que representaram um faturamento na ordem de € 4,6 bilhões.

Foram vendidas 344 aeronaves (€ 5,8 bilhões). Na carteira de pedidos, são 1.300 unidades, equivalente a € 15,1 bilhões, um bilhão de euros a mais que o registrado no final de 2008.

Entre as metas para este ano estão reduzir custos (espera-se economizar 200 milhões de euros), aumentar a produtividade, melhorar a eficácia dos processos e investir em projetos novos, como o desenvolvimento de novas tecnologias em benefício do meio ambiente e da segurança.

SOBRE A HELIBRAS

A Helibras é a única fabricante brasileira de helicópteros. A empresa é associada ao Grupo Eurocopter, maior fornecedor mundial do setor, controlado pela EADS - European Aeronautic Defence and Space Company. Com participação superior a 50% na frota brasileira de helicópteros a turbina, a Helibras está em atividade no Brasil desde 1979 e mantém instalações em Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Sua fábrica, que emprega mais de 300 profissionais e tem capacidade de produção de 30 aeronaves por ano, está localizada na cidade de Itajubá (MG), onde são produzidos diversos modelos que atendem aos segmentos civil, governamental e militar. Desde sua fundação, a Helibras já entregou mais de 500 helicópteros no Brasil, sendo 70% do modelo Esquilo. Mais informações: www.helibras.com.br

SOBRE A EUROCOPTER E A EADS

Fundado em 1992, o Grupo Eurocopter possui fábricas na França, Alemanha e Espanha e emprega mais de 15.600 profissionais. Em 2009, registrou receita de € 4,6 bilhões. A Eurocopter está presente em cinco continentes por meio de 18 subsidiárias e empresas afiliadas. Os produtos do grupo representam 30% da frota mundial de helicópteros. Mais de 10.500 aeronaves da fabricante estão atualmente em operação por cerca de 2.800 clientes em 140 países. Mais informações: www.eurocopter.com

O Grupo EADS é líder mundial nos segmentos aeroespacial, de defesa e serviços relacionados. Em 2008, faturou 43,3 bilhões de Euros e empregou cerca de 118 mil pessoas. Além da Eurocopter, o Grupo inclui a Airbus, a Airbus Military, a EADS Astrium e a divisão Defesa & Segurança. No Brasil, além da Helibras, a EADS está presente através da EADS Brasil, da EADS Secure Networks Brasil e de escritórios de representação da Airbus Military e da Spot Image. Também é acionista da Equatorial Sistemas. Mais informações: www.eads.com.br

( Matéria Publicaca no Site Oficial da Helibras ).

domingo, 7 de março de 2010

A HELIBRAS E O MERCADO BRASILEIRO !!!



De acordo com dados de 30/09/2008 fornecidos pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) existem 1145 aeronaves registradas no Brasil, sendo 78% de helicópteros à turbina e 22% a pistão. A Helibras lidera o mercado brasileiro de helicópteros à turbina em operação, com 49% de participação, no mercado civil, destaque para o segmento governamental cuja participação é de 81%. No mercado militar sua participação é de 66%.

MERCADO CIVIL

Devido à versatilidade e segurança que proporciona, o emprego do helicóptero ganhou destaque e foi decisivo para o crescimento do mercado. Para os executivos, o helicóptero se transformou em importante ferramenta para driblar o caos do trânsito urbano e ganhar agilidade. A grande procura pelo transporte aéreo de passageiros contribuiu não só para o desenvolvimento das empresas de taxi aéreo, como também para o aumento da frota brasileira.

O cliente Helibras conta com toda a segurança que só um fabricante instalado no país pode oferecer. A presença da Helibras no mercado brasileiro garante rapidez de atendimento e baixos custos de manutenção, evitando as desvantagens com o envio de partes para o exterior.

Procurando atender às necessidades dos diversos segmentos, a Helibras traz para o Brasil, o que há de mais novo e moderno na gama de produtos da linha Eurocopter. A facilidade de manutenção oferecida pelas aeronaves proporciona custos operacionais reduzidos e grande disponibilidade

SEGMENTO CORPORATIVO

O segmento executivo vem crescendo de forma representativa nos últimos anos e possui cerca de 300 aeronaves em operação, das quais 46% são Helibras.

Isso porque o helicóptero possibilita uma redução considerável do tempo de transporte para os executivos e segurança no deslocamento entre o trabalho (escritórios / fábricas) e a residência.

A extensa gama de helicópteros leves e médios da Helibras/Eurocopter permite transportar de 3 a 10 pessoas. Esta gama inclui a família dos monomotores EC120 e Esquilo, os bimotores leves AS355NP, EC135 e EC145, assim como os bimotores de capacidade média, o Dauphin AS365 N3 e EC155 B1. Todos estes helicópteros integram os últimos avanços tecnológicos desenvolvidos pela Eurocopter ao longo de seus longos anos de experiência e liderança no mercado mundial de helicópteros

SEGMENTO GOVERNAMENTAL

As polícias militares do Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais foram pioneiras na utilização do helicóptero como fator inibidor do crime. Hoje, as polícias do Distrito Federal e dos Estados do Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Pernambuco, , Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e Santa Catarina operam com aeronaves Esquilo.

Com o helicóptero, as organizações governamentais podem realizar missões de patrulhamento da costa litorânea, resgate de vítimas em acidentes urbanos e rodoviários, transporte inter-hospitalar, combate a incêndios urbanos e florestais, apoio às operações de busca e resgate, determinação de efeitos de catástrofes terrestres e aquáticas, entre outras possibilidades. O helicóptero pode chegar muito rapidamente ao local de emergência e, através de observação aérea, prestar imprescindível apoio às unidades terrestres.

Atualmente, cerca de 90 aeronaves Helibras/Eurocopter são operadas por polícias militares e civis e corpos de bombeiros em todo o Brasil.

SEGMENTO OIL / GAS

Hoje a frota brasileira de Oil / Gas possui cerca de 110 helicópteros, a maioria em operação para a Petrobras – uma das líderes mundiais e principais exploradoras de petróleo em águas profundas. Com a renovação da frota da Petrobras para deslocamento entre as plataformas, que está movimentando esse segmento no Brasil, a Helibras prevê um aumento de sua participação nesse segmento, hoje representando 29%.

MERCADO MILITAR

A frota de helicópteros das Forças Armadas Brasileiras conta hoje com 227 aeronaves, das quais 67% - 148 são modelos Helibras. Integram a frota de uso militar, os modelos Esquilo (Fennec) mono e biturbina, Dauphin (Pantera) e Super Puma (Cougar), utilizados nas mais diversas missões, tais como transporte de tropa, busca e salvamento, apoio logístico, reconhecimento e ataque, defesa civil, vigilância de rios, áreas preservadas e fronteiras, apoio a navios de assistência à população ribeirinha e equipes de terra, entre outras.

Entre as várias adaptações que a Helibras realiza nos produtos Eurocopter para atender às necessidades das Forças Armadas Brasileiras está o desenvolvimento da instalação de armamentos nos helicópteros Fennec (Esquilo) e Pantera (Dauphin).

A Marinha foi o primeiro grande cliente da Helibras com a compra de 6 Esquilos nos anos 70, viabilizando a implantação da linha de montagem no Brasil. A Marinha utiliza há mais de 16 anos o modelo Super Puma, sendo que o mais voado da frota ultrapassou as 4.600 horas de vôo.

O Exército é o principal cliente da Helibras no segmento militar, contando com os modelos Esquilo, Panther (Dauphin) e Cougar (Super Puma), estes últimos recentemente incorporados. À exceção dos Esquilos, utilizados na formação de seus pilotos, todos os demais modelos podem ser armados.

A FAB, responsável entre outras atividades, pelo transporte de autoridades federais, utiliza os modelos Esquilo biturbina e Super Puma para executar esta missão. Desde 1987 vem formando seus pilotos nos modelos Esquilo. A principal atividade dos Super Pumas é a busca e salvamento no território brasileiro.

( Matéria Publicada no Site Oficial da Helibras ).

domingo, 21 de fevereiro de 2010

A IMPORTÂNCIA DO ECOBATÍMETRO PARA A SUA EMBARCAÇÃO !!!



Um equipamento conhecido como eco-batímetro ou SONAR ( Sound Navigation And Ranging ), que através de um transdutor, sensor transceptor sônico), emite um pulso sonoro que viaja através da água em uma velocidade elevada, quase 4,5 vezes a velocidade do som no ar, até que encontre um obstáculo, quando é refletido, eco, ao ponto de origem onde é recebido de volta.

O equipamento, no momento da recepção deste sinal, calcula a distância que este alvo se encontra do transdutor pela mediação do tempo que levou o sinal para ir até o alvo e retornar, em seguida é processado e apresentado em uma tela gráfica.

O sinal emitido pelo transdutor se apresenta na forma de uma onda de energia sonora na faixa de ultra-som, identificável por um "click" ou estalido pausado e audível em frequencia que os peixes não ouvem ou sentem.

É importante entender que o Sonar não mostra uma imagem do ambiente subaquático em 3D e sim em 2D. Ele mostra coisas múltiplas, tais como um peixe e um arbusto ao mesmo tempo, mas não pode determinar de onde veio a sinal refletido. Portanto, o peixe e o arbusto podem estar localizados em qualquer ponto na área de cobertura de um cone imaginário, tendo como medida de base 1/3 da profundidade considerada a partir do transdutor. Precisamos treinar nossa mente para interpretar a imagem mostrada na tela.

A GARMIN International Inc. fabrica diversos transdutores tendo como referência uma série de itens, como: o tipo de barco, se motorizado ou veleiro e tamanho; a forma de montagem, se interno por cima do casco, inside the hull, também com inclinação auto compensada; se através do casco, throught the hull, e se por sobre a parede de popa, on the transom, a frequência de funcionamento, pode ser única, dupla ou de duplo feixe; a potência do sinal; quanto a sua função, pode ser somente para leitura de profundidade, ou para profundidade/temperatura da água ou para profundidade/temperatura da água/velocidade da água, correntes marinhas; dependendo do casco do barco pode ser fabricado com seu corpo em bronze ou plástico de alto impacto.

Para o funcionamento perfeito e eficiente do sonar, é necessária a correta instalação do transdutor.

Noções de medidas, ângulos, planos paralelos, análise crítica e boa dose de bom senso, são indispensáveis na sua instalação.

( Matéria do Engenheiro Bitchini para a Revista Boat Shopping ).

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

PROTEJA SEU YACHT CONTRA AS CRACAS !!!



A interferência das incrustações ( cracas ) na eficiência das embarcações e os problemas causados por elas são consideráveis e em sua maioria, bem conhecidos. Por exemplo, as incrustações na área submersa do casco (obras-vivas) resultam em rugosidades que aumentam o atrito do casco, resultando em perda de velocidade e consequentemente, ocorre maior consumo de combustível.

Ao longo do tempo, a industria química desenvolveu tintas especiais, com a finalidade de minimizar a fixação de incrustações nas obra-vivas, chamadas genericamente de sistema anti-incrustante ( em inglês "Antifouling System" ). Os principais benefícios dos anti-incrustantes são reduzir consumo de combustível, os custos com manutenção, o desgaste dos motores e aumentar os intervalos de docagem a seco.

Inicialmente, compostos à base de arsênico e/ou mercúrio eram utilizados como anti-incrustantes. Com o passar do tempo, a formulação evoluiu e foram desenvolvidas tintas de desgaste controlado, lixiviação, compostas pot TBT, tributil estanho, quimicamente envolto por base polimérica, copolímeros, permitindo em longo intervalo entre docagens, além de boa resistência ao intemperismo.

PERIGOS DO TBT

Pesquisas realizadas em ecossistemas marinhos revelaram que esses compostos causam danos que podem resultar em desequilíbrios ecológicos, como considerável toxidade nos organismos não alvos, alta persistência no ambiente e capacidade de transferência ao longo da cadeia alimentar.

É importante ressaltar que, por serem compostos persistentes e com capacidade de serem transferidos na cadeia alimentar, os compostos orgânicos de estanho podem ser prejudiciais à saúde humana.

Como resultados dos impactos ecotoxicológicos do TBT, observados, em novembro de 1999 a IMO, Internacional Maritime Organization, adotou a Resolução A.895(21), recomendando aos países membros a adoção de medidas destinadas a restringir o uso dos anti-incrustantes à base de TBT. Posteriormente, em 2001, com a continuidade das pesquisas, foi aprovada, por 76 países, a "Convenção Internacional sobre Controle de Sistemas Anti Incrustantes Danosos em Embarcações", Convenção AFS.

Os países da União Européia e o Japão já adotam medidas de controle do uso de anti-incrustantes com TBT. A União Européia, por exemplo, regulamentou que embarcações, de qualquer páis, com arqueação igual ou superior a 400, precisam possuir sistema de pintura anti-incrustante livre de TBT.

A Norman 23DPC se aplica às embracações brasileiras cujas obras vivas necessitam ser pintadas com sistemas anti-incrustantes e às embarcações estrangeiras que docarem no Brasil para pintura das obras vivas, ou que estiverem fretadas em regime de AIT ( Atestado de Inscrição Temporária ). São considerados para fins da Norman 23DPC, como sistemas anti-incrustantes danosos ao meio ambiente e á saúde humana, os que possuem compostos orgânicos de estanho, como biocida. Se esse for mantido, deverá ser recoberto por uma camada de selante, ou removido para ser pintado por um AFS, considerado não-danoso ao meio ambiente e á saúde humana.

A Norman estabelece controles para diversos tipos de embarcações. Para as embarcações de esporte e recreio, bem como as demais sujeitas a vistorias pela Norman 01DPC, que possuam comprimento inferior a 24 metros, com exceção das embarcações miúdas, devem portar "Declaração sobre Sistemas Anti-Incrustante" assinada pelo armador ou proprietário da embarcação.

Certificado de tinta anti-incrustante sem estanho.

Todas as embarcações sujeitas a vistorias e inspeções devem possuir um certificado de tinta aplicada, emitido pelo fabricante, atestando que a tinta não possui compostos de estanho. As informações que este certificado determinam são : identificação da empresa fabricante da tinta, nome, cargo e assinatura do responsável pela emissão do certificado.

Em caso de infração, respondem o proprietário da embarcação, pessoa física ou jurídica, ou quem legalmente o represente; o armador ou operador da embarcação, caso este não esteja sendo armado ou operado pelo proprietário; e a pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, que legalmente represente a embarcação.

A Marinha do Brasil aprovou a Norman 23DPC por meio de portaria de 30 de Julho de 2007, que entrou em vigor a partir de Novembro de 2007. No entanto, muitas empresas persistem em fabricar produtos que contém TBT e muitos consumidores ainda têm conhecimento da legislação em vigor, bem como do risco que estão expondo o meio ambiente e à saúde humana.

Um dos fabricantes que está de acordo com toda a legislação em vigor é a International Paint. Todos os anti-incrustantes produzidos pela IP atendem a Norman 23DPC, bem como a todos os requisitos e normas da Organização Marítima Internacional (IMO).

Para ter acesso a Norman 23DPC na íntegra, basta acessar : https://www.dpc.mar.mil.br/norman/N23/N_23.htm

domingo, 7 de fevereiro de 2010

BNDES CRIA PROGRAMAS PARA INCENTIVAR INVESTIMENTOS DA COPA E HOTÉIS !!!



Como parte do esforço do Governo Federal para preparar o país para a Copa do Mundo de 2014, o BNDES está criando dois novos programas para fomentar a realização de investimentos sustentáveis, tanto do ponto de vista ambiental quanto econômico.

O Banco vai financiar a construção e reforma de arenas esportivas que serão usadas no torneio e também ampliará o apoio ao setor hoteleiro, para aumentar a capacidade e a qualidade da hospedagem oferecida aos turistas do Brasil e do exterior que devem assistir à competição.

O anúncio dos programas foi feito pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em cerimônia no Palácio do Itamaraty, em Brasília. Também participaram a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, e os ministros dos Esportes, Orlando Silva, e do Turismo, Luiz Baretto, além do diretor das áreas Social e de Crédito do BNDES, Elvio Gaspar.

O Programa BNDES de Arenas para a Copa do Mundo de 2014 – BNDES ProCopa Arenas – tem orçamento de R$ 4,8 bilhões a serem utilizados na construção e reforma dos estádios que receberão jogos da Copa de 2014 e em investimentos relacionados à urbanização de seus entornos. Já o Programa BNDES de Turismo para a Copa do Mundo de 2014 – BNDES ProCopa Turismo – vai destinar até R$ 1 bilhão à construção, reforma, ampliação e modernização de hotéis.

ESTÁDIOS ;

O BNDES ProCopa Arenas poderá financiar até 75% do custo total dos projetos de reforma ou construção dos palcos dos jogos, limitado a R$ 400 milhões (o que for menor) por projeto. Os projetos deverão abranger melhorias no entorno, promovendo a acessibilidade e integração com o espaço urbano.

Para as operações diretas, o custo será de TJLP (atualmente em 6% ao ano), acrescido da remuneração do BNDES, de 0,9% ao ano, mais spread de risco. Nos financiamentos indiretos incide também a taxa de intermediação financeira, de 0,5%. O prazo para o pagamento será de até 15 anos, incluindo até 3 anos de carência.

O objetivo do Banco é que o evento deixe como legado equipamentos executados segundo as melhores práticas de conservação de energia e utilização de recursos naturais e que, após o torneio, sejam integrados às suas respectivas cidades e apropriados por toda a população.

Para submeter seus pedidos à análise do BNDES, os proponentes terão de conseguir previamente a aprovação da FIFA para o projeto básico. Também será necessário apresentar um orçamento detalhado dos investimentos previstos. Outra exigência é a realização de um estudo de viabilidade econômico-financeira da arena contemplando, sobretudo, sua sustentabilidade financeira no longo prazo.

Os projetos também terão de ser aprovados por entidade certificadora de qualidade ambiental reconhecida internacionalmente e/ou acreditada pelo SINMETRO. As operações têm prazo de contratação até 31/12/2011.

HOTÉIS ;

O BNDES ProCopa Turismo tem o objetivo de preparar a rede hoteleira do país para o aumento de demanda ocasionado pela Copa, induzindo ainda o comprometimento ambiental do setor ao oferecer condições mais favoráveis aos projetos que levem em conta a preocupação com a eficiência energética e a sustentabilidade ambiental.

Os prazos máximos de amortização, inéditos para o setor, poderão chegar a até 12 anos para modernização de unidades existentes e até 18 anos para construção de novas unidades. Poderão ter o benefício de ampliação do prazo de financiamento empreendimentos que obtiverem certificação, por entidade acreditada pelo INMETRO, de eficiência energética e/ou construção sustentável.

Caso seja apresentada certificação de eficiência energética, os projetos de reforma, modernização e ampliação poderão ter seu prazo estendido para até 10 anos. No caso de construção de novas unidades, esse prazo poderá chegar a 15 anos.

Já para obter o benefício máximo de prazo (12 e 18 anos, respectivamente) os proponentes devem apresentar certificação de construção sustentável que, além da eficiência energética, agrega outras exigências, como racionalização do uso da água e gestão de resíduos. Nas operações diretas, os juros do programa variam entre 6,9% (micro, pequena e média empresa) e até 8,8% (grande empresa), mais o spread de risco. Para se candidatar aos recursos do programa, os proponentes devem encaminhar seus pedidos até 31/12/2012.

O programa permitirá também a realização de operações diretas a partir de R$ 3 milhões (normalmente, operações de até R$ 10 milhões são realizadas por meio de agentes financeiros). Para grandes empresas, a participação máxima do BNDES será de 80% dos investimentos totais, sendo que para MPMEs este percentual pode atingir 100%.

( Matéria Publicada no Site Oficial do BNDES ).