O BNDES aprovou financiamento de R$ 62 milhões para a implantação de uma nova unidade de produção de estruturas metálicas no município de Três Rios (RJ) e para a expansão de uma fábrica já existente no município de Mirassol (SP). Os investimentos serão realizados pelo Grupo ICEC, nas empresas SCI (Sistemas Construtivos Inteligentes Ltda.) e SCS (Soluções, Construção e Sistemas Ltda.). Os empreendimentos irão gerar cerca de 300 empregos diretos. A unidade industrial da SCI de Três Rios irá movimentar a economia local, implantando a produção de estruturas metálicas leves, baseada no sistema “lean manufacturing”, mais econômica, e fará parte do Projeto Steel.com, criado pelo Grupo ICEC, a fim de reduzir custos na construção de prédios com menos de 1.500 metros quadrados. O Steel.com é um conceito baseado em um software 3D, que coloca à disposição dos clientes, pela Internet, modelos básicos de projetos arquitetônicos, cujos cálculos serão feitos de antemão pelo programa, devendo ser submetidos posteriormente à aprovação de um engenheiro. Este é o primeiro programa de configuração de soluções voltadas para integrar a construção com engenharia de produção. Outro ponto positivo do sistema a ser implantado é a rede de franquias espalhada pelo Brasil para a consolidação do conceito Steel.com. O Grupo ICEC também utilizará o financiamento para ampliar a unidade da empresa SCS (Soluções, Construção e Sistemas Ltda.), no distrito industrial de Mirassol (SP), onde são produzidas estruturas metálicas pesadas, voltadas para o segmento de calderaria. Do total disponibilizado ao Grupo ICEC, R$ 52 milhões são destinados à empresa SCI, e o restante à unidade SCS. Já o aumento da capacidade de produção da SCS atenderá à demanda por estruturas metálicas pesadas, no segmento de caldeiraria (metal mecânica). Os recursos serão utilizados na execução da fundação e base do empreendimento, estrutura metálica em geral, telha para cobertura e fechamento, instalações elétricas e hidráulicas, piso e gerenciamento da obra. O grupo ICEC foi constituído em 1979, na cidade de São José do Rio Preto (SP). É composto por 12 empresas e atua em diversos segmentos da construção civil, com abrangência em projetos industriais e comerciais, assim como prestação de serviços logísticos. A unidade de Três Rios será a responsável pela produção de componentes metálicos leves, tais como perfis soldados e dobrados (chapa de aço fina), telhas e painéis e outros acessórios, com capacidade produtiva de 75 mil toneladas por ano. A escolha do município de Três Rios se deveu à proximidade com a CSN e CSA, com os principais mercados consumidores (SP, RJ e MG), e também como alternativa de escoamento de produção e facilidade de obtenção de mão-de-obra especializada. ( Fonte : Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ).
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quarta-feira, 16 de setembro de 2009
PRODUÇÃO DE ESTRUTURAS METÁLICAS EM SÃO PAULO E NO RIO DE JANEIRO RECEBEM R$ 62 MILHÕES DO BNDES !!!
O BNDES aprovou financiamento de R$ 62 milhões para a implantação de uma nova unidade de produção de estruturas metálicas no município de Três Rios (RJ) e para a expansão de uma fábrica já existente no município de Mirassol (SP). Os investimentos serão realizados pelo Grupo ICEC, nas empresas SCI (Sistemas Construtivos Inteligentes Ltda.) e SCS (Soluções, Construção e Sistemas Ltda.). Os empreendimentos irão gerar cerca de 300 empregos diretos. A unidade industrial da SCI de Três Rios irá movimentar a economia local, implantando a produção de estruturas metálicas leves, baseada no sistema “lean manufacturing”, mais econômica, e fará parte do Projeto Steel.com, criado pelo Grupo ICEC, a fim de reduzir custos na construção de prédios com menos de 1.500 metros quadrados. O Steel.com é um conceito baseado em um software 3D, que coloca à disposição dos clientes, pela Internet, modelos básicos de projetos arquitetônicos, cujos cálculos serão feitos de antemão pelo programa, devendo ser submetidos posteriormente à aprovação de um engenheiro. Este é o primeiro programa de configuração de soluções voltadas para integrar a construção com engenharia de produção. Outro ponto positivo do sistema a ser implantado é a rede de franquias espalhada pelo Brasil para a consolidação do conceito Steel.com. O Grupo ICEC também utilizará o financiamento para ampliar a unidade da empresa SCS (Soluções, Construção e Sistemas Ltda.), no distrito industrial de Mirassol (SP), onde são produzidas estruturas metálicas pesadas, voltadas para o segmento de calderaria. Do total disponibilizado ao Grupo ICEC, R$ 52 milhões são destinados à empresa SCI, e o restante à unidade SCS. Já o aumento da capacidade de produção da SCS atenderá à demanda por estruturas metálicas pesadas, no segmento de caldeiraria (metal mecânica). Os recursos serão utilizados na execução da fundação e base do empreendimento, estrutura metálica em geral, telha para cobertura e fechamento, instalações elétricas e hidráulicas, piso e gerenciamento da obra. O grupo ICEC foi constituído em 1979, na cidade de São José do Rio Preto (SP). É composto por 12 empresas e atua em diversos segmentos da construção civil, com abrangência em projetos industriais e comerciais, assim como prestação de serviços logísticos. A unidade de Três Rios será a responsável pela produção de componentes metálicos leves, tais como perfis soldados e dobrados (chapa de aço fina), telhas e painéis e outros acessórios, com capacidade produtiva de 75 mil toneladas por ano. A escolha do município de Três Rios se deveu à proximidade com a CSN e CSA, com os principais mercados consumidores (SP, RJ e MG), e também como alternativa de escoamento de produção e facilidade de obtenção de mão-de-obra especializada. ( Fonte : Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ).
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quarta-feira, setembro 16, 2009
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sábado, 12 de setembro de 2009
REDES DE VAREJO NA EUROPA, ENTRAM NO MERCADO DE TELEFONIA MÓVEL !!!
Enviar torpedos à vontade, navegar na internet por tempo ilimitado ou falar ao celular até acabar a bateria pagando R$ 100,00 por mês. Na Inglaterra, isso é possível graças ao varejo. A rede de supermercados TESCO acaba de lançar um plano para quem compra celulares de sua marca. Isso mesmo. Na Europa, as cadeias de varejo e supermercados vendem telefones celulares próprios e estão abocanhando uma fatia considerável do mercado, antes dominado pelas operadoras tradicionais. Trata-se do que os especialistas chamam de MVNO, sigla em inglês para Operadora Móvel Virtual. Segundo esse modelo, os varejistas não adquirem uma infraestrutura para a rede de telefonia, mas alugam aquela já existente e vendem os aparelhos sob a chancela de suas marcas. "Esta é uma tendência irreversível e representa uma mudança de paradigma no mercado de celular. No Brasil, logo será possível comprar um telefone da Casas Bahia". afirma John Strand, um dos mais renomados consultores de telefonia móvel do mundo, que estará em São Paulo para o 12º Fórum de Varejo da América Latina, que acontece nos dias 22 e 23 de Setembro. As cadeias de varejo têm uma vantagem evidente nesse modelo de negócios, pois conhecem muito mais seu consumidor do que as operadoras, segundo mostram as pesquisas. Podem, assim, usar sua base de dados para fazer aparelhos e planos moldados ao cliente e ainda incluir esses planos em seus programas de fidelização. O consumidor também ganha. A competição acirrada traz como consequência imediata uma queda de 30% a 50% nos preços das tarifas cobradas. Segundo Strand, será possível, num futuro próximo, ficar grudado ao telefone por tempo ilimitado, sem se preocupar com a conta no fim do mês. Bom para o consumidor !!! (Matéria de MARCOS TODESCHINI, Publicada Pela Revista NEGÓCIOS, nº31).
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sábado, setembro 12, 2009
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segunda-feira, 7 de setembro de 2009
POLÍCIA FEDERAL RECEBE JATO "ERJ 145" DA ECC LEASING, DA EMBRATUR !!!
Dia 02 de Setembro, a subsidiária integral da Embraer, a ECC Leasing Company Limited, entregou um jato ERJ 145 ao Departamento de Polícia Federal (DPF), no âmbito do contrato de venda anunciado em Fevereiro deste ano. A aeronave de 50 assentos, usada, será incorporada à Coordenação de Aviação Operacional, em Brasília, somando-se a outra do mesmo modelo, entregue em Julho de 2006. "A ECC Leasing fica extremamente satisfeita por entregar este jato ao Departamento da Polícia Federal, consolidando a sua atuação junto a este órgão do Governo Brasileiro", afirmou Paulo Estevão de Carvalho Tullio, Diretor da ECC Leasing. "O primeiro jato tem sido utilizado com muito sucesso pelo Departamento da Polícia Federal e por isso a nossa confiança de que esta segunda aeronave será extremamente útil". O avião será utilizado pelo Departamento de Polícia Federal em novas missões decorrentes da expansão do seu escopo operacional. O acordo comercial inclui também um pacote de serviços que beneficiará tanto esta quanto a primeira aeronave, aumentando a confiabilidade de ambas. "Os índices de disponibilidade para o cumprimento de nossas missões demonstradas pelo primeiro ERJ 145 operado pelo DPF foi um dos fatores determinantes para a aquisição deste segundo avião", disse Rubens José Maleiner, Coordenador de Aviação Operacional do Departamento de Polícia Federal. "O ERJ 145 é uma aeronave robusta, concebida para alta utilização e que nos oferece a flexibilidade necessária para executar nossa missões em várias regiões do País". Sobre o Departamento de Polícia Federal (DPF) do Brasil ; O Departamento de Polícia Federal (DPF) é a força policial do Brasil e sua principal atribuição é investigar crimes contra o Governo Federal, ou seja, a administração direta, suas autarquias e empresas públicas, além de combater o tráfico internacional de drogas e o terrorismo, controlar o tráfego de fronteiras, incluindo aeroportos, hidrovias e postos de controle, e emitir passaportes. Por atuar em todo território brasileiro, o DPF possui uma moderna e funcional estrutura que apóia o planejamento centralizado, a coordenação e o controle de suas ações com execução descentralizada. Sua estrutura, incluindo complexa capacidade de transporte aéreo, oferece importante desempenho e assegura a presença de seus representantes em diversos pontos do país para o exercício de suas atribuições policiais, em ações conjuntas com outros órgãos e entidades da administração federal, promovendo, assim, a integração nacional. Sobre a ECC Leasing Company Limited; Subsidiária integral da Embraer, a ECC Leasing Company Limited foi incorporada em Dublin, Irlanda, em Setembro de 2002, para administrar e negociar o portfólio de aeronaves usadas da Embraer. Até o momento, a ECC administrou um total de 79 aeronaves, das quais 25 foram arrendadas e 33 vendidas para companhias aéreas, empresas e entidades governamentais na América do Norte, América do Sul, Europa e Ásia. A ECC Leasing é responsável pelas aeronaves da Embraer que possam vir a ser adquiridas por meio de trocas e pelo fornecimento de serviços de recolocação para terceiros como parte das suas campanhas de vendas. ( Matéria Publicada no Site Oficial da Embraer ).
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segunda-feira, setembro 07, 2009
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
DEZ COISAS QUE UMA EMPRESA NÃO DEVE FAZER NA CRISE !!!

Em momentos de crise, bom saber o que não fazer e assim evitar prejuízos ainda maiores. Para ajudá-lo, a escola de negócios espanhola CENTRO DE ESTUDOS FINANCEIROS (CEF), publicou uma lista com as dez coisas que as empresas não devem fazer em época de crise. Dê uma olhada. 1) Negar o impacto da crise: Mesmo se a sua empresa parece não estar sendo afetada pela crise financeira mundial, fique atento. Ainda que a crise passe apenas por áreas secundárias do negócio, é provável que ela atinja todas as empresas. 2) Não exagerar na cautela: Mantenha as contas a curto e médio prazo na ponta do lápis. É importante acompanhar cada passo do mercado e das finanças da empresa para saber a real necessidade de tomar determinadas medidas. 3) Descuidar da comunicação: Em momentos de crise, é especialmente importante administrar adequadamente a comunicação da empresa, seja com clientes, fornecedores ou funcionários. É imprescindível manter as pessoas informadas sobre os fatos que afetam a empresa, bem como sobre as medidas que estão sendo tomadas. Só assim consegue-se neutralizar os impactos negativos de rumores e informações imprecisas. 4) Não ponderar os custos e os ingressos para cada cenário: É importante estimar situações de máximo e mínimo risco, a fim de prever as possíveis ações que serão necessárias em cada uma delas. 5) Passar dos orçamentos para os endividamentos: É preciso ajustar os gastos com os ganhos previstos pela empresa e esforçar-se para cumprir as metas. Amargar prejuízo em períodos de crise pode fazer com que a empresa afunde mais facilmente. Concentre seus esforços em conseguir os financiamentos ou refinanciamentos necessários para alcançar o equilíbrio do negócio. 6) Descuidar da delegação de decisões: Frente à tanta incerteza, muitas decisões delegadas anteriormente ou automatizadas devem ser reexaminadas e, talvez, centralizadas de novo. 7) Continuar com projetos e investimentos sem reavaliá-los: Reconsidere os projetos previstos ou em andamento e congele aqueles que não vão melhorar a curto prazo os resultados da empresa. Como estamos em um cenário diferente, deve-se revisar a validade das estimativas feitas antes do período de crise. 8) Não atender as mudanças de mercado: As mudanças constantes nesse cenário de crise obrigam os empresários a estar em permanente vigilância em relação às variações de vendas e aos concorrentes. Quanto mais rápida for a resposta de uma empresa para as mudanças do mercado, melhor ela poderá planejar as estratégias que permitam restabelecer o negócio. 9) Ter uma reação exagerada: A crise é uma situação delicada e não se deve tomar decisões com pressa. Deve-se impor a moderação. Tão desaconselhável é a redução massiva de pessoal como fazer contratações indiscriminadamente. 10) Não prever os possíveis cenários uma vez superada a crise: Existe um depois da crise e é preciso pensar nele. O empresário tem que imaginar como pode ficar o setor e planejar a busca de novos mercados e produtos para quando a crise terminar. (Matéria Publicada Pela Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios. Foto, Negreiros).
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sexta-feira, setembro 04, 2009
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