quinta-feira, 18 de novembro de 2010

RALPH LAUREN REATIVA EM NOVA YORK A MANSÃO RHINELANDER !!!



RALPH LAUREN, hoje um dos designers mais reconhecidos do mundo, inova outra vez na experiência do consumo com a reabertura de sua loja-conceito na histórica mansão Rhinelander, na 867 Madison Avenue com a rua 72, em Nova York.

Inaugurado pela primeira vez em 1986, quando a área ainda era totalmente residencial, o casarão de quatro andares, datado de 1898 e inspirado no renascimento francês, passou por uma restauração completa para abrigar todas as coleções masculinas da marca. Entre elas as linhas Purple Label, Black Label, Polo, RRL e RLX Ralph Lauren, estas duas últimas com lojas separadas.



Decoração neoclássica com móveis antigos, retratos em óleo e fotografias da coleção do próprio Ralph Lauren.

“Não há nada igual em termos de preservação, arquitetura e design. E serve como um exemplo perfeito para o estilo atemporal de Ralph Lauren”, diz o diretor de comunicações corporativas da marca Ryan Lally.

Os 1.500 m2 do interior da mansão remontam o estilo original das grand residences, com decoração neoclássica cinematográfica, que inclui desde móveis antigos a retratos em óleo dos séculos 18, 19 e fotografias da coleção pessoal de Lauren. Logo na entrada, há uma escadaria de mogno esculpida na própria mansão por artesãos europeus. Trata-se da maior escadaria do gênero nos Estados Unidos.

O quarto andar, que antes da reforma abrigava tecidos e objetos para decoração, agora hospeda roupas esportivas e acessórios da linha Black Label. No térreo a motocicleta Confederate 120 Fighter Combat Edition (US$ 72.000), faz a diferença. 

Ela dá o tom ao ambiente, que apresenta jaquetas de couro, pulôveres de casimira e livros como o Art of the Bugatti (US$ 95).

Ainda que com todo o investimento na estrutura do local, a novidade mais comentada entre os críticos de moda é o serviço "Made to Measure", que possibilita a confecção sob medida de ternos, camisas, calças, casacos e jaquetas. Produtos de couro e acessórios customizados também fazem parte do pacote.

Para os amantes da exclusividade e da precisão da alfaiataria, o segundo andar é obrigatório. Lá é possível escolher entre 100 tipos de casimira para os ternos e entre mais de 200 tecidos para as camisas.

Quem não quiser esperar pelas seis semanas que levam para que um terno fique pronto, pode procurar a Sartorial Collection, lançada exclusivamente na mansão, com trajes costurados artesanalmente, à mão, mas entregue em apenas alguns dias. É como um ateliê de costura, só que desenhado por Ralph Lauren.


Motocicleta Confederate P120 Fighter Combat é a atração do andar casual da Black Label.

FONTE : Ralph Lauren
867 Madison Avenue, Nova York, NY.

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segunda-feira, 15 de novembro de 2010

PROTESTE APOIA O FIM DAS COBRANÇAS DE ROAMING EM TODO BRASIL !!!


Maioria das operadoras já tem cobertura nacional o que dispensa uso de outras redes quando usuário está fora de sua área e liga do celular.


A PROTESTE, Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, apoia o Projeto de Lei 5170 de 2009 aprovado pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara Federal que proíbe a cobrança adicional quando as ligações de celulares forem feitas dentro da rede de uma mesma empresa. O projeto agora segue para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara.

Como a maioria das operadoras no país tem cobertura nacional, a cobrança de roaming é injustificável, pois não é preciso utilizar infraestrutura de terceiros para que um assinante de uma determinada operadora possa se comunicar em qualquer ponto do território nacional.

O roaming é cobrado quando um usuário está fora de sua área de origem e faz uma ligação qualquer. O fim dessa cobrança também está em discussão na União Europeia. Portugal e Espanha estão em vias de firmar um acordo para definir as regras para o fim do roaming.

Na avaliação da PROTESTE, o Poder Público tem o dever de garantir à toda população o acesso às telecomunicações com tarifas e preços razoáveis e em condições adequadas. A proposta é justa e adequada ao art. 2º, inc. I, Lei Geral de Telecomunicações.

O Brasil tem uma das mais caras tarifas de telefonia móvel do planeta, e ocupa o penúltimo lugar no ranking de tráfego de voz nessa modalidade de serviço, Serviço Móvel Pessoal (SMP). Só o Marrocos fala menos no celular do que o Brasil.

Como a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) não implantou o modelo de custos, passados 12 anos da privatização, não há ferramentas regulatórias para controlar os custos suportados pelas empresas para a prestação dos serviços.

A Agência é refém das informações prestadas por suas reguladas, o que é muito conveniente para elas. O modelo de custos já deveria ter sido implantado desde janeiro de 2006.

Esta omissão da Anatel é gravemente ilegal, na avaliação da PROTESTE, e tem comprometido a capacidade da agência de regular tarifas e administrar preços, o que demanda a atuação de outros órgãos estatais para que haja redução de tarifas e preços do setor de telecomunicações.

Fonte : Associação Brasileira de Defesa do Consumidor.

Associe-se a PROTESTE , acesse já : http://www.proteste.org.br/

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sexta-feira, 5 de novembro de 2010

CUBA BUSCA MAIS NEGÓCIOS COM O BRASIL E COM A VENEZUELA !!!



Na foto ; Charutos COHIBA. Uma das melhores marcas do mundo !!!

Cuba realiza negócios com seus dois principais sócios econômicos na América Latina, Brasil e Venezuela, com o objetivo de ampliar o comércio e o investimento em projetos estratégicos como o petróleo e os portos, informaram nesta quinta-feira autoridades do governo.

Os intercâmbios comerciais são realizados nesta semana na XXVIII Feira Internacional de Havana, na qual participam cerca de 2 mil empresas de 57 países.

Sobre a relação da ilha com o Brasil, o Vice-Ministro de Comércio Exterior de Cuba, Orlando Hernández, indicou que o fluxo comercial bilateral entre os países alcançou 300 milhões de dólares no fim do terceiro trimestre de 2010.

Durante o governo do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, velho amigo do ex-Presidente Fidel Castro, o Brasil se converteu no segundo sócio comercial de Cuba na América Latina e os dois países assinaram projetos de cooperação na produção de fármacos, vacinas e energia renovável.

Também criaram uma empresa mista para a modernização e ampliação do Porto de Mariel, 50 km a oeste de Havana, para o qual Brasil concedeu um empréstimo de 300 milhões de dólares.

O governo de Cuba disse esperar que com a futura Presidente do Brasil, Dilma Rousseff, sucessora de Lula, cresçam ainda mais as "muito boas" relações econômicas e políticas.

Quanto à Venezuela, Rodrigo Malmierca, Ministro Venezuelano do Comércio Exterior e Investimento Estrangeiro, destacou que nos últimos cinco anos foram registrados "17 bilhões de dólares de intercâmbio, que fazem uma média anual de mais de 3 bilhões".

A Venezuela vende à ilha sobretudo petróleo (100 mil barris diários), produtos químicos, pesticidas, fertilizantes, produtos da indústria metalmecânica, enquanto Cuba fornece medicamentos, equipamentos médicos, químicos e principalmente os serviços de cerca de 40 mil profissionais, 30 mil deles médicos.

Os dois países, através de um acordo de cooperação que completa 10 anos, têm mais de uma centena de projetos em setores de alimentação, energia, saúde, transporte, além de terem modernizado e operarem a refinaria de Cienfuegos, no centro da ilha, que refina cerca de 65 mil barris diários e passa por obras de ampliação para chegar a 150 mil barris, disse Malmierca.

A refinaria é o centro de um pólo petroquímico que Venezuela e Cuba constróem - com um investimento de 5 bilhões de dólares - e que conta com outras fábricas, como as de materiais de construção a partir de derivados do petróleo.

Durante a feira, autoridades cubanas pediram aos sócios comerciais que tenham confiança nas reformas econômicas do governo de Raúl Castro, que inclui a abertura aos investimentos e pequenos negócios privados.

CHARUTOS, UM DOS PRODUTOS MAIS APRECIADOS DE CUBA.
NA FOTO CAIXA DE CHARUTOS COHIBA.

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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

PLANEJAR É A ALMA DO NÉGOCIO !!!



O Jornal O Tempo de Belo Horizonte, de circulação nacional, veiculou no último domingo (24), uma reportagem especial com orientação do Sebrae/MG, enfocando que o planejamento é essencial no mundo dos negócios. Com o título “Planejar é a alma do negócio”, a reportagem indica que não basta abrir um negócio. É preciso ter estratégia e inovar sempre para manter o empreendimento.

O personagem principal da reportagem de uma página (a matéria foi veiculada na seção de Economia), é o engenheiro metalúrgico Mauro Maniglia, proprietário da Mergulho Sport Center, uma das principais academias da cidade.

Na época, a namorada dava aulas de natação em Franca, no interior do Estado de São Paulo, é Mauro Maniglia começou a reparar em Araxá havia poucas escolas para a pratica do esporte. Foi aí que ele decidiu: abrir o próprio negócio.

A ajuda da companheira que se mudou para Minas Gerais foi fundamental. Ele não entendia nada de natação e ela, nada de administração. E o negócio deu certo: “Eu tinha uma base de gestão que vem da engenharia. Depois fiz cursos no Sebrae e fui me esmerando em capacitação”, conta o empresário.

Mauro seguiu o caminho ideal traçado por especialistas em gestão empresarial. Para abrir um negócio com mais chance de sucesso, o primeiro passo é escolher uma área com a qual a pessoa tem afinidade. No caso, ele gostava de administrar e a esposa de dar aulas de natação. Depois estudaram o mercado, os concorrentes e o público potencial. “É fundamental ter uma experiência prévia em administração. Se não tiver, é preciso aprender, participar de cursos, conversar com os fornecedores, concorrentes e etc”, aponta o analista da unidade de educação do Sebrae, Cláudio Afrânio.

O planejamento, segundo o especialista, é um dos passos vitais para qualquer negócio. Fazer uma avaliação mais apurada do mercado, dos clientes e concorrentes, além de um levantamento financeiro do futuro negócio , pode ser decisivo. “É preciso ter bem claro quanto de dinheiro será necessário para comprar máquinas, equipamentos, aluguel ou compra do espaço, pagamento de funcionários, além do capital de giro. Tudo isso deve ser confrontado com a capacidade de geração de receita. É a chamada análise de viabilidade”, esclareceu.

Com o negócio crescendo e a demanda aumentando, Mauro teve que ampliar o negócio e abriu uma outra unidade da escola em uma região diferente da cidade. Um ano depois, em 1997, fez a terceira. Desta vez, investiu em um espaço de fitness. “Em Araxá, não tinha uma academia estruturada, então nós construímos uma com sistema de iluminação, ventilação e estrutura própria para o negócio. Não era um prédio adaptado, ele nasceu para ser academia”, destaca o empresário.

Outro tiro na mosca, de acordo com a reportagem, buscar um diferencial é uma das principais estratégias para quem quer crescer e se manter no mercado. “Nossa missão é trabalhar na área de atividade física transformando a vida das pessoas. E elas percebem esse diferencial”, concluiu o empresário.

Fonte : Sebrae

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sábado, 9 de outubro de 2010

COMBATE AO CÂNCER DE MAMA UNE AZUL, EMBRAER E FEMAMA !!!



A Azul Linhas Aéreas Brasileiras, e a Embraer, se uniram à Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio a Saúde da Mama, a FEMAMA, para uma campanha de prevenção ao câncer de mama. O objetivo é aumentar a consciência sobre a importância do diagnóstico precoce para ampliar as chances de cura da doença.

Para simbolizar esta iniciativa, um jato EMBRAER 195 da Azul foi pintado de rosa, cor que simboliza mundialmente a luta contra o câncer de mama. O jato será operado por uma tripulação composta exclusivamente por mulheres, que utilizarão uniformes também na cor rosa. O lançamento da campanha coincide com o Outubro Rosa, movimento mundial de mobilização contra o câncer de mama.

O câncer de mama é um dos mais graves problemas de saúde pública no Brasil e no mundo. Por isso, criamos esta ação conjunta com a Embraer e a FEMAMA. "A Azul está totalmente comprometida com esta nobre causa", afirmou Gianfranco Beting, Diretor de Comunicação e Marca da Azul.

"Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a cada ano 12 mil mulheres morrem em decorrência do câncer de mama no Brasil. Ou seja, 33 mulheres perdem a vida por dia no país. Uma alternativa está no diagnóstico precoce, e é isso que queremos incentivar com a nossa nova aeronave. Em breve, ela fará aparições especiais para promover a luta pela prevenção ao câncer de mama em todos os aeroportos que servimos", complementou Beting.

O avião nas cores da campanha de prevenção ao câncer de mama foi entregue no dia 07 de outubro na sede da Embraer em São José dos Campos, cidade que em breve será mais um destino da Azul. O novo jato é o 23º da frota da Azul, e voará para os 23 destinos atualmente atendidos pela companhia aérea.

"Admiramos o sério trabalho realizado pela FEMAMA e é uma grande satisfação participar de uma campanha tão importante como a prevenção do câncer de mama no Brasil", afirmou Paulo César de Souza e Silva, Vice-Presidente Executivo da Embraer para o Mercado de Aviação Comercial. "Nosso bem-sucedido relacionamento com a Azul vai muito além do compromisso de entregar e apoiar a operação de jatos novos e modernos. Estamos convictos que ações como esta são necessárias e demonstram a nossa responsabilidade social".

"A parceria entre a FEMAMA, a Azul e a Embraer é de extrema importância para as ações de conscientização sobre a causa do câncer de mama que ocorrem há três anos no Brasil, o Outubro Rosa. O mote da campanha este ano está focado na necessidade de se investir na saúde das mulheres em todos os âmbitos possíveis: políticas públicas, setor privado e, claro, o cuidado da mulher com ela mesma. A FEMAMA, a Azul e a Embraer estão fazendo a parte delas para contribuir com este investimento", afirmou Dra. Maira Caleffi, Presidente da FEMAMA.



SOBRE A AZUL ;

A Azul começou a voar no dia 15 de dezembro de 2008, inicialmente ligando Campinas a Porto Alegre e a Salvador, com freqüências diárias e sem escalas. Hoje, a nova companhia aérea conecta 24 destinos: Campinas, Porto Alegre, Curitiba, Maringá, Navegantes, Florianópolis, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Campo Grande, Vitória, Salvador, Recife, Maceió, Fortaleza, Natal, Manaus, Goiânia, Porto Seguro, São Paulo, Cuiabá, Brasília, São Luís, Teresina e Aracaju. A partir de outubro, mais 3 novos destinos serão servidos: São José dos Campos, Belém e Joinville. Somando-se as linhas de ônibus, que incluem a nova linha entre Congonhas e Viracopos, são 31 cidades brasileiras conectadas pela Azul. A companhia opera uma frota de jatos 100% brasileira, os modernos E-Jets fabricados pela Embraer. Atualmente, a Azul conta com uma frota composta por dez jatos EMBRAER 190 e 12 EMBRAER 195. Em 2011, com o início das entregas da nova frota de 40 turboélices, a Azul pretende ampliar ainda mais a malha doméstica regional.

SOBRE A EMBRAER ;

A Embraer é uma empresa líder na fabricação de jatos comerciais de até 120 assentos e uma das maiores exportadoras brasileiras. Com sede em São José dos Campos, no Estado de São Paulo, mantém escritórios, instalações industriais e oficinas de serviços ao cliente no Brasil, China, Estados Unidos, França, Portugal e Singapura. Fundada em 1969, a Embraer projeta, desenvolve, fabrica e vende aeronaves para os segmentos de aviação comercial, aviação executiva e defesa. A Empresa também fornece suporte e serviços de pós-vendas a clientes em todo o mundo. Em 30 de junho de 2010, a Embraer contava com 16.781 empregados, número que não inclui funcionários das subsidiárias não-integrais, e possuía uma carteira de pedidos firmes a entregar de US$ 15,2 bilhões.

FONTES : FEMAMA, AZUL E EMBRAER.

CONHEÇA O SITE DA FEMANA, ACESSE ; www.femama.org.br

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sábado, 2 de outubro de 2010

EÓLICA ATRAI GRANDES CONSUMIDORES !!!



A energia eólica começa a mostrar preços mais atraentes e ganhar espaço entre os grandes consumidores de energia em contratos de longo prazo.

A participação dela ianda é limitada.

Não seria suficiente para abastecer todo o mercado livre, das grandes indústrias que consomem mais de 3MW e representam cerca de 25% do consumo de energia no país.

Seu preço, entretanto, está bem atraente, em cerca de R$ 135 por MWh, conforme o resultado do último leilão realizado nesse ano.

Marcelo Parodi, sócio da comercializadora de energia Compass afirmou recentemente que : " Em contratos de longo prazo de energia de grandes hidrelétricas, por exemplo, o MWh sai a cerca de R$ 135,00, mas a eólica tem a vantagem de um desconto de tarifa de transporte, por ser renovável ".

O avanço na competitividade da eólica é creditado a razões como a evolução tecnológica e o incentivo do governo, segundo Antônio Fraga Machado, Presidente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, a realização de projetos como o PROINFA, os leilões de 2009, e deste ano resultaram em redução gradativa no custo da energia eólica.

Informou ainda que, em 2003, no PROINFA, o custo do MWh ficou na casa dos R$ 200,00, em 2009, o leilão ficou em torno de R$ 145,00 e no leilão deste ano, caiu para R$ 135,00.

Segundo Lúcio Reis, da Associação de Consumidores de Energia, a ANACE, a energia eólica é mais competitiva que outras formas ofertadas.

Fonte : Folha de São Paulo 

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terça-feira, 7 de setembro de 2010

SÃO PAULO BOAT SHOW 2010 !!!


Nas fotos ; Focker 270

O São Paulo Boat Show 2010 reunirá os melhores barcos nacionais e importados, como nunca se viu antes em um unico salão náutico brasileiro.

Durante os seis dias do evento, os pavilhões do Transamerica Expo Center, na Zona Sul de São Paulo, ficarão repletos de novidades, que irão de barcos, motores e equipamentos.

O São Paulo Boat Show também irá sediar, pela primeira vez, o 2º Fórum de Turismo Naútico, que, a exemplo do Rio Boat Show deste ano, colocará lado a lado especialistas dos setores privado e governamental para discutir as questões do desenvolvimento do promissor turismo náutico brasileiro.

Outra novidade será o superciclo de 36 palestras, com os maiores especialistas do setor náutico brasileiro, tanto na área de construção, quanto de manutenção e escolha do barco.

CONFIRA JÁ O SITE DO EVENTO ;







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domingo, 29 de agosto de 2010

PROPRIEDADE COMPARTILHADA !!!



Comprar uma casa de praia às margens do mar verde da Costa do Sauipe, um veleiro ou um jatinho está deixando de ser privilégio de multimilionários. O modelo de propriedade compartilhada, em que um bem ou imóvel de luxo pode ser adquirido em conjunto por um grupo de pessoas, passa a ser visto com menos desconfiança pelos brasileiros e, com isso, mais empresas entram nesse mercado para disputar um público de alto poder aquisitivo.

A oportunidade de empreender nesse segmento foi percebida pela família de velejadores Schürmann durante seminários que promovem para empresários. "As pessoas viam os veleiros e queriam conselhos para comprar um, mas se assustavam quando dizíamos o preço. Foi então que tivemos o estalo de abrir um negócio tendo como base o compartilhamento", conta David Schürmann, um dos sócios da Schürmann Yachts.

A empresa começou este mês as vendas de cotas de veleiros Jeanneau Sun Odissey 42i, um dos mais luxuosos do mundo, de 13 metros de comprimento, com três cabines e dois banheiros. Se uma pessoa fosse adquirir um barco desses na França, onde é fabricado, teria de desembolsar 250 mil (em torno de R$ 560 mil). Para trazê-lo ao Brasil, o custo subiria com o seguro internacional e taxas de importação. Por meio da compra compartilhada, cada um dos quatro cotistas desembolsa 90 mil.

A cota dá o direito de utilizar o veleiro 84 dias por ano, com contrato vigente por cinco anos. A empresa terá bases em Angra dos Reis (RJ), Ubatuba (SP) e Salvador (BA). Um sistema de intercâmbio permite que os donos usem barcos de qualquer uma das bases. "Esse modelo funciona bem no exterior. Na Europa, pessoas dividem bolsas caras e no Japão já compartilham até animal de estimação. Acredito que o negócio vai dar certo aqui", diz Schürmann.

No setor imobiliário, o modelo de compartilhamento está ganhando novas nuances. Depois do sucesso do sistema de time share, em que cada cotista tem o direito de usar o imóvel por um tempo determinado, mas não detém a propriedade, surgem no País os primeiros empreendimentos do tipo fractional (fracionado). A novidade é que o comprador se torna uma espécie de "acionista" do imóvel. Pode até mesmo passar a fatia que detém naquele bem para seus herdeiros.

Um dos empreendimentos a usar o sistema é o Quintas Private Residences, conjunto de casas de luxo na paradisíaca Costa dos Coqueiros, no litoral norte da Bahia. Cada unidade é composta por quatro suítes, deck, piscina e espaço gourmet, em uma área de cerca de 300 metros quadrados. As frações saem por R$ 180 mil.

São 12 proprietários com direito a utilizar a casa durante um mês por ano. Quem quiser comprar uma unidade sozinho precisa dispor de R$ 1,3 milhão.

O empresário Jailson Couto Pinheiro, 33, dono de uma rede de postos de combustíveis, adquiriu uma fração há dois meses. "Fui abordado por uma promoter na região e ganhei uma cortesia para conhecer o local. Gostei muito do que vi. É comparável a um hotel cinco estrelas", conta Pinheiro.

Empolgado com a estrutura do local, ele comprou mais uma fração de outra residência. "Além da minha família, poderei levar amigos", diz o empresário, pai de quatro filhos.

O Quintas Residences é afiliado à RCI, empresa especializada em intercâmbio de férias, o que permite aos proprietários trocar seus dias de lazer na Bahia por outros destinos no mundo. No Brasil, a RCI estima que as vendas de propriedades compartilhadas subam mais de 50% este ano ante 2009. "A expectativa é de que 25 mil famílias entrem nesse sistema este ano", diz Maria Carolina Pinheiro, gerente de desenvolvimento de novos negócios da empresa.

"O brasileiro está perdendo o receio da compra compartilhada. Ele está viajando mais para o exterior e vendo que esse modelo funciona lá fora", diz Maria Carolina. A disseminação do modelo é uma nova manifestação do mercado de luxo no Brasil, avalia o professor do Ibmec-RJ Leonardo Barbosa. "O segmento de luxo é muito focado em varejo, como bolsas e roupas, e a compra compartilhada é voltada para produtos ligados a serviços, que têm muito espaço para crescer."

Atenta ao potencial do mercado, a Helisolutions, que já oferecia helicópteros nesse sistema, entrou agora no mercado de jatinhos. A empresa oferece uma aeronave Phenom 300, da Embraer, com capacidade para até 10 passageiros, por cotas de US$ 3 milhões, valor três vezes inferior ao seu preço total. "Além da dissolução desse valor, diminuem-se os gastos com manutenção praticamente pela metade", explica Rogério Andrade, presidente da empresa.

Matéria de Glauber Gonçalves para O Estado de São Paulo em 29.08.

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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

PARCERIA INTEL / MCAFEE SURPREENDE O MERCADO INTERNACIONAL !!!



A Intel comprará a McAfee por 7,68 bilhões de dólares.

O negócio faz parte do esforço da fabricante de processadores de tornar os negócios de segurança tecnológica um foco estratégico.

A Intel pagará 48 dólares em dinheiro por ação da McAfee em sua maior aquisição em 2010. O preço representa um prêmio de 60 por cento sobre a cotação de fechamento da McAfee na quarta-feira.

A McAfee será transformada em uma subsidiária integral do grupo de software e serviços da Intel.

O analista Vijay Rakesh, da Sterne Agee, disse que ficou surpreso com o valor oferecido pela McAfee, mas acrescentou que o negócio deixa claro o desejo da Intel de se mover do negócio de hardware para software e serviços.

"Acredito que as pessoas estavam esperando provavelmente algumas aquisições menores da Intel. Definitivamente, mesmo para os padrões da Intel, é uma grande aquisição", afirmou o analista.

A Intel disse que os conselhos de ambas as companhias aprovaram a transação. A expectativa é que o negócio seja concluído assim que for aprovado pelos acionistas da McAfee e a empresa obtiver aval de reguladores para o negócio. A Intel não especificou um prazo em que espera que isso aconteça.

A fabricante de chips fez uma série de aquisições de empresas de software nos últimos anos, incluindo a compra em junho de 2009 da Wind River, companhia que desenvolve aplicativos para aparelhos móveis.

A Intel espera ligeira redução do lucro líquido no primeiro ano após a compra da McAfee.

A McAfee, que foi fundada em 1987 e teve receita de 2 bilhões de dólares no ano passado, vinha trabalhando com a Intel em uma série de projetos nos últimos 18 meses.

"A partir da parceria, a Intel decidiu que uma combinação seria muito poderosa para garantir segurança aos clientes", disse em entrevista a responsável pelo grupo de software e serviços da Intel, Renee James.

"Temos muitas atividades para aumentar a conectividade de dispositivos, de televisão a aparelhos sem fio", disse ela. "Quando olhamos para os negócios que tínhamos, vimos que a área de segurança era prioritária para uma compra", acrescentou.

Às 10h38 (horário de Brasília), de hoje 19.08, ás ações da McAfee disparavam quase 58 por cento em Nova York, para 47,25 dólares. As da Intel, na contramão, recuavam 2,6 por cento, para 19,08 dólares.

( Reportagem de Sinead Carew, Elinor Comlay e Steve Eder para a Agência Reuters ).

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