terça-feira, 30 de abril de 2013

Gado não pode ser transportado ao Tocantins sem garantia contra febre aftosa


Imagem meramente ilustrativa


O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Felix Fischer, acolheu o pedido do estado do Tocantins para desobrigá-lo de receber 800 cabeças de gado oriundas do Rio Grande do Norte, até que se cumpra o disposto em ato normativo do Ministério da Agricultura sobre sanidade animal. O estado teme contaminação por febre aftosa.

O agropecuarista proprietário dos animais ajuizou ação, com pedido de antecipação de tutela, com o fim de obter autorização judicial para transportar 800 cabeças de gado do Rio Grande do Norte para o Tocantins, sem cumprir, em sua totalidade, o disposto na Instrução Normativa 44/07 do Ministério da Agricultura. 


FOME

O magistrado federal deferiu o pedido de antecipação de tutela, desde que cumpridas algumas condições, em especial a identificação dos animais com adereço nas orelhas; isolamento, no destino, do gado transportado, por um período mínimo de 30 dias; e vistoria dos animais, durante o período de quarentena, por funcionário do ministério ou de órgão estadual competente.

A autorização foi concedida pelo juiz federal sob o argumento de que o gado corria risco de morrer de fome, por causa da seca que afeta a região e que teve como uma das consequências a escassez de alimentos para os animais.

O presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF5), entretanto, acolheu o pedido de suspensão de liminar formulado pelo estado de Tocantins, para desobrigá-lo de permitir a entrada das 800 cabeças de gado, sem o preenchimento das condições sanitárias adequadas.

Inconformado, o agropecuarista recorreu da decisão, com agravo regimental, e o pleno do TRF5, por maioria, deu provimento ao recurso.


RISCO DO REBANHO

No pedido de suspensão de liminar dirigido ao STJ, o estado do Tocantins sustentou que está situado em zona livre de febre aftosa e que a entrada de animais oriundos de região onde essa doença não está erradicada, sem a devida realização de exames laboratoriais exigidos pela Instrução Normativa 44/07 do Ministério da Agricultura, colocaria em risco o seu próprio rebanho bovino.

Afirmou ainda que, devido à importância econômica da pecuária para o estado, o transporte das 800 cabeças de gado, da maneira como autorizada pelo TRF5, pode comprometer, em caso de contaminação, a economia local.


PRÍNCIPIO DA PREVENÇÃO

O presidente do STJ decidiu suspender a decisão do TRF5 não apenas por estar em dissonância com o disposto na norma técnica do Ministério da Agricultura, mas principalmente porque, ao relativizar a aplicação da norma, a decisão ofende o princípio da prevenção, que deve ser sobrelevado em questões dessa natureza.

“Não me parece que a exigência de exames prévios e de segregação dos animais seja requisito dispensável ou passível de relativização no caso. Ao contrário, entendo que tal exigência visa inibir a entrada, na localidade de destino, de animais infectados que possam contaminar os rebanhos sadios e pôr em risco não apenas a economia e a ordem local, mas a saúde dos animais”, afirmou o ministro Fischer.

O ministro não deixou de reconhecer a grave situação à qual os animais estão submetidos no Rio Grande do Norte, em razão da severa seca que assola a região.

“Sem embargo, a inexistência de exames prévios que explicitem que os animais provenientes deste estado estão livres da referida moléstia pode comprometer todo o rebanho do local de destino, provocando, assim, graves danos à saúde dos animais e, consequentemente, greve lesão à ordem e à economia pública”, destacou o presidente do STJ.


Fonte: Superior Tribunal de Justiça.

Processo de referência: SLS 1749



****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

               http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/04/gado-nao-pode-ser-transportado-ao.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Produção de grãos chega a 184,05 milhões de toneladas


Imagem meramente ilustrativa


O sétimo levantamento da safra de grãos 2012/13 realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), prevê crescimento de 10,8% na produção nacional, alcançando 184,05 milhões de toneladas.

O clima favorável e o aumento na área plantada são alguns dos responsáveis pela elevação. Os dados foram divulgados hoje, dia 9 de abril, no auditório da Conab.

Os resultados do sétimo levantamento de grãos registram crescimento, sobretudo, da soja (23,4%) e do milho (9,1%), prejudicados na safra anterior palas chuvas irregulares e estiagens prolongadas. De acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa, Neri Geller a previsão é de super safra para o segundo semestre. “Devido ao aumento significativo das culturas, estamos trabalhando com o Governo Federal para resolvermos as questões de estoque e de escoamento”, disse.

A cultura de soja está estimada em 81,94 milhões de toneladas contra 66,38 milhões da safra anterior. Já a produção de milho passa de 39,11 milhões de toneladas para 42,69 milhões.

A previsão para a área plantada das culturas também cresceu. O aumento é de 4,2%, ou melhor, 53,04 milhões de hectares contra 50,89 milhões cultivados em 2009/2010. A área de soja representa o maior crescimento, 2,67 milhões de hectares, seguida do milho, com crescimento de 1,02 milhão.

As primeiras culturas da primeira safra de verão (algodão, arroz,feijão, milho e soja) estão em fase adiantada de colheita na Região Centro-Sul. Os grãos de segunda safra (feijão e milho) estão na fase de desenvolvimento vegetativo e floração. Na região Nordeste, exceto áreas do Cerrado, as culturas estão na fase de plantio, principalmente feijão e milho, a outra parte, aguarda regularização das chuvas para inicio de semeadura.


Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.



****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

             http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/04/producao-de-graos-chega-18405-milhoes.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

segunda-feira, 1 de abril de 2013

MPF e ABRAS assinaram termo de cooperação para evitar a venda de carne bovina proveniente de áreas de desmatamento


Imagem ilustrativa: Alimentação de gado de corte


Foi assinado no dia 25 de março, um termo de cooperação entre MPF (Ministério Público Federal) e Abras (Associação Brasileira de Supermercados), para evitar que supermercados comprem carne bovina proveniente de áreas de desmatamento. Para o Idec, a medida é uma vitória por garantir que o consumidor conheça a origem do que está consumindo.


CAMPANHA CARNE LEGAL

Desde 2009, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) apoia a campanha Carne Legal, em parceria com a ONG (Organização Não-Governamental) Repórter Brasil. O objetivo da mobilização, que foi lançada pelo Ministério Público Federal em Belém (PA), é o consumo consciente de produtos bovinos e alertar sobre os problemas ambientais, trabalhistas e fundiários associados à criação de gado no Brasil.

A campanha também destaca a importância de cobrar informações sobre a origem da carne comprada nos supermercados, chamando a atenção do consumidor brasileiro e estimulando-o a pressionar os supermercados, além das instituições governamentais, para garantir que a carne comercializada não esteja ligada a nenhuma ilegalidade.

O site da campanha detalha os compromissos, disponibilizando os documentos firmados pelas partes. Há, também, uma lista das empresas que ainda não se comprometeram a evitar produtos ou subprodutos bovinos cuja origem seja suspeita.

O Idec enviou cartas para as três maiores redes varejistas do País, Carrefour, Pão de Açúcar e Wal-Mart, questionando sua preocupação em relação à rastreabilidade da carne bovina que comercializam, buscando informações sanitárias, ambientais e sociais da cadeia de produção da carne.

Para o Instituto, as respostas foram insuficientes.


RESUMO DAS RESPOSTAS DOS SUPERMERCADOS

O Grupo Carrefour – que detém quatro bandeiras de supermercados (Carrefour, Carrefour Bairro, Dia% e Atacadão) – focou suas respostas apenas no programa 'Garantia de Origem', que possui critérios de seleção de fornecedores e de garantia de qualidade da carne, e contempla apenas 40% do que é vendido pela rede. As informações fornecidas pouco revelaram sobre a origem da carne, ficando em um plano apenas conceitual, sem dados concretos. A empresa se limitou a listar alguns dos principais frigoríficos fornecedores e, com relação aos municípios de origem da carne, afirma que ela é proveniente de todo o território brasileiro, com pequeno volume importado.

Questionado sobre a disponibilização das informações que possui sobre rastreabilidade da carne bovina nos rótulos dos alimentos, o grupo disse que elas estão em plaquetas informativas, inseridas próximas a cada um dos tipos de carne e de corte.

Com relação ao controle para evitar que a carne venha de áreas de desmatamento ou em que se utilize trabalho escravo, a empresa informa que avalia os aspectos sociais e ambientais de cada uma das fazendas antes de cadastrá-las e que, em caso de irregularidades, o produtor é automaticamente retirado do programa.

O Grupo Pão de Açúcar (Companhia Brasileira de Distribuição), detentor de oito bandeiras de varejo (Pão de Açúcar, Extra Hipermercados, Extra Perto, Extra Fácil, Extra Eletro, Sendas, Comprebem e Assai), foi o único a listar as cidades e fazendas de onde vem a carne. Mas essa informação serve para apenas 1% da carne comercializada, inserida no 'Programa de Produção de Carne de Qualidade'. Para a maioria restante, não há dados sobre controle efetivo de qualidade e de passivos ambientais e sociais.

A empresa informou que antes de cadastrar uma fazenda, ela passa por entrevista e visita técnica para verificar a relação entre empregador e empregados, aspectos ambientais e técnicos. Diz ainda que todo o gado possui certificação do Sisbov (Serviço Brasileiro de Rastrabilidade da Cadeia Produtiva de Bovinos e Bubalinos, um programa voluntário para a produção voltada ao mercado interno) e que há acompanhamento de técnicos de nutrição, reprodução e sanidade. O Idec acredita que a empresa poderia ter fornecido mais dados para que se soubesse exatamente como é feita essa gestão social e ambiental.

Já o Wal-Mart, que possui nove bandeiras de supermercados (Wal-Mart Supercenter, Todo Dia, Maxxi, Sam’s Club, Hiperbompreço, Bompreço, Mercadorama, Nacional e Big), deu respostas incompletas e esclareceu pouco sobre sua participação na cadeia. Disse que compra carne de dois frigoríficos e que 'os nomes das fazendas e os municípios [de onde vem a carne] são informações dos frigoríficos que fornecem para o Wal-Mart. Portanto, não possui essa informação'.

A empresa afirma também que inclui cláusulas em seus contratos que garantem que todos os animais abatidos venham de territórios que não sejam áreas de desmatamento. Mas não deixou claro como – e se – tem um controle efetivo para se assegurar disso.

Com relação ao controle de uso de trabalho escravo pelos fornecedores, o Wal-Mart diz que caso um fornecedor não atenda as cláusulas do contrato ou passe a integrar a lista suja do trabalho escravo, ele é descontinuado da lista de parceiros da empresa. Isso, ao mesmo tempo em que afirma não ter a relação dos produtores que vendem para os frigoríficos de onde compra – dado imprescindível para ter controle dos contratos.


Observação: Só o Grupo Pão de Açúcar detalhou a forma como faz esse controle — restrito a apenas 1% de toda a carne bovina comercializada pela empresa. Mas a iniciativa demonstra que é possível, sim, que os varejistas tenham grande controle sobre a forma como é produzida a carne bovina que o consumidor encontra na gôndola. E que ela deve ser louvada


CARTÃO VIRTUAL

As principais fontes de emissão de gases do efeito estufa são o desmatamento e as queimadas, que respondem por quase 70% das emissões nacionais. O principal motivo de desmatamento é a expansão da fronteira agrícola, cujo ramo pecuário derruba a mata nativa.

A iniciativa também recomenda o envio de cartões virtuais para os SACs (Serviços de Atendimento ao Consumidor) ou executivos de vários supermercados no Brasil, pedindo que as empresas cobrem de seus fornecedores de carne bovina a utilização de um sistema de rastreamento da carne comercializada que garanta que o consumidor não está contribuindo para o desmatamento na Amazônia.


CAMPANHA CARNE LEGAL


Fonte: Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

               http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/04/mpf-e-abras-assinaram-termo-de.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

sexta-feira, 29 de março de 2013

Sexta-Feira Santa - Homenagem do Blog M.Gil Representações para Jesus Cristo o Mestre do Cristianismo


Clique na imagem para ampliar


FILME JESUS DE NAZARÉ



CRÉDITOS DO VÍDEO À RAI / ITC ENTERTAINMENT.


JORNADA MUNDIAL DA JUVENTUDE 2013


Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

              http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/03/sexta-feira-santa-homenagem-do-blog.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

terça-feira, 19 de março de 2013

Novo ministro da Agricultura vai investir no pequeno produtor de leite

Imagem meramente ilustrativa


O novo ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Antônio Andrade, disse na segunda-feira, dia 18, que é possível expandir a produção agropecuária brasileira de maneira sustentável.

"O Brasil é um dos poucos países onde dá para expandir a área plantada e a produção de forma sustentável. Conto com o apoio atuante do cooperativismo, da pesquisa e de toda a equipe de gestores e técnicos do Ministério da Agricultura para conseguir”, afirmou.

Ele recebeu o cargo do ex-ministro Mendes Ribeiro Filho. O peemedebista foi prefeito de Vazante (MG), deputado estadual três vezes e está no segundo mandato de deputado federal. Ao falar de políticas do ministério sob sua gestão, Antônio Andrade deu destaque à cadeia produtiva do leite na qual atua como produtor. "Uma das preocupações do ministério será investir no pequeno produtor de leite. É uma forma de fixar o homem no campo. O homem no campo custa muito menos para o poder público do que o homem da cidade”, disse.

O antecessor Mendes Ribeiro Filho destacou que continuará defendendo o setor agropecuário na Câmara dos Deputados, onde reassume mandato de deputado federal pelo PMDB do Rio Grande do Sul. “Espero continuar a trabalhar pelo setor, agora como deputado”, disse Ribeiro, que chegou a ser cogitado para assumir a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), mas preferiu deixar o governo para cuidar de problemas de saúde. 


Fonte: Agência Brasil e Agrolink.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

                http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/03/novo-ministro-da-agricultura-vai.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

segunda-feira, 11 de março de 2013

USDA mantém a projeção de safra de soja do Brasil em 83,5 milhões de toneladas


Imagem meramente ilustrativa


A safra de soja 2012/13 do Brasil foi estimada no recorde de 83,5 milhões de toneladas, estável ante o relatório de fevereiro, projetou o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) na sexta-feira, dia 8.

A projeção veio acima das estimativas de mercado que apontavam, na média, 83,145 milhões de toneladas.

Enquanto o USDA manteve sua estimativa, a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) rebaixou a projeção para a safra brasileira da oleaginosa a 82,06 milhões de toneladas, atribuindo o corte ao impacto do clima adverso.

A estimativa da Conab é exatamente a mesma que o USDA apontou para a safra de soja dos EUA, de 82,06 milhões de toneladas, e também estável ante o relatório anterior.

A safra recorde de soja do Brasil está sendo colhida. No início da semana, pouco mais de um terço das lavouras do país havia sido colhido, segundo estimativa de consultorias.

A projeção do USDA para as exportações brasileiras de soja também ficou estável em 38,40 milhões de toneladas.

Para o milho, o USDA apontou uma colheita de 72,5 milhões de toneladas no ciclo 2012/13 do Brasil, inalterada ante o último relatório e acima das 72,34 milhões de toneladas estimadas em média por analistas.

A Conab estima a safra de milho do Brasil no recorde de 76 milhões de toneladas.

As exportações brasileiras de milho foram estimadas pelo USDA em 19 milhões de toneladas, também estável ao relatório anterior.

No ano-safra 2011/12, o Brasil exportou o recorde de 24,3 milhões de toneladas, segundo o levantamento do USDA.


Fonte: Reuters e Agrolink.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

             http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/03/usda-mantem-projecao-de-safra-de-soja.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Exportações brasileiras do agronegócio atingem US$ 96,66 bilhões no acumulado do ano



                                                          Imagem meramente ilustrativa.


As exportações brasileiras do agronegócio, entre fevereiro de 2012 e janeiro de 2013, somaram US$ 96,66 bilhões, o que representa um crescimento de 1,1% sobre os doze meses anteriores. As importações alcançaram US$ 16,37 bilhões. O saldo da balança comercial do setor foi positivo em US$ 80,28 bilhões. As informações são da Secretaria de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Os setores que mais contribuíram para o crescimento de US$ 1,09 bilhão foram: cereais, farinhas e preparações (crescimento de US$ 3,27 bilhões), complexo soja (crescimento de US$ 1,04 bilhão), fibras e produtos têxteis (crescimento de US$ 396,93 milhões), fumo e seus produtos (US$ 274,01 milhões) e animais vivos (crescimento de US$ 185,99 milhões).

O principal setor, em termos de valor exportado, foi o complexo soja com US$ 25,53 bilhões, o que representou um crescimento de 4,2% em relação aos doze meses anteriores. O produto destaque em vendas no setor foi a soja em grãos, com 16,98 bilhões, 66,5% do valor exportado. As exportações de farelo de soja foram de US$ 6,55 bilhões ou 13,85 milhões de toneladas, enquanto de óleo de soja foi de US$ 1,99 bilhão ou 1,69 milhão de toneladas.


Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, e Agrolink.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

CAR - Cadastro Ambiental Rural já é uma exigência do mercado internacional para negócios de compra de carne e soja



                                                                 Imagem ilustrativa.


A compra de carne e soja de propriedades com Cadastro Ambiental Rural (CAR) já é uma exigência do mercado internacional. Para fortalecer e dar amplitude ao processo de cadastramento dos imóveis rurais, representantes da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) e Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) reuniram-se, na tarde desta segunda-feira (04/02), com o secretário de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável do Ministério do Meio Ambiente, Paulo Guilherme Cabral.

O objetivo do encontro foi o de traçar uma cooperação entre os órgãos, de forma que o produtor rural brasileiro garanta a regularização ambiental. “A nossa estratégia no CAR é trabalhar com aquelas entidades e associações que agregam produtores, como é o caso da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Confederação de Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e outros órgãos que firmamos acordos de cooperação técnica no final do ano passado”, disse o secretário.

Para ele, novas parcerias com a ABIEC e ABIOVE, além de garantir a regularidade ambiental aos seus associados, serão de grande importância para dar amplitude ao CAR e adequar o mercado brasileiro às exigências internacionais. “O cadastro surge como um novo sistema de gestão ambiental onde todos saem vitoriosos”.

O diretor-executivo da Abiec, Fernando Sampaio, e o diretor de Sustentabilidade de Abiove, Bernardo Pires, mostraram o que suas empresas já vem fazendo para divulgar o CAR entre seus fornecedores e associados. “Além de incluir o tema em palestras e workshops, já estamos mostrando para a nossa indústria como o cadastro pode contribuir na redução das taxas de desmatamento e garantir a recuperação de áreas degradadas”, afirmou.

Já o diretor-executivo da Abiec apontou como o CAR vem tornando-se exigência. “Assim como já não compramos de produtores de áreas desmatadas, também já não aceitamos como fornecedores propriedades sem CAR”, acrescentou.

Ao término do encontro, o secretário do Ministério do Meio Ambiente formalizou a criação de um grupo de trabalho para formulação de Acordo de Cooperação Técnica com as duas associações. A ideia é que, em breve, ambas sejam parcerias do MMA no processo de divulgação do Cadastro Ambiental Rural (CAR) entre seus associados, assim como auxiliá-los em todo o processo de cadastramento. “Unindo esforços podemos criar um plano de trabalho adequado às especificidades do mercado e do produtor”, finalizou.


Fotos : Ministério do Meio Ambiente e Blog Gestão Ambiental.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

             http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/02/car-cadastro-ambiental-rural-ja-e-uma.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

VALOR DE PRODUÇÃO DE LAVOURAS NO BRASIL DEVE ATINGIR MAIS R$ 305 BILHÕES EM 2013 !!!



                                                Foto: Lavoura de soja em Rondonópolis.  


O Valor Bruto da Produção (VBP) das principais lavouras do país deve atingir R$ 305, 3 bilhões neste ano, o que representa um acréscimo de 26,3% sobre 2012. Os cálculos – feitos pela Assessoria de Gestão Estratégica do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) – são elaborados a partir dos levantamentos apresentados em janeiro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Esse resultado se deve em grande parte ao valor da produção de soja, que combina safra elevada e preços altos”, afirmou o coordenador de Planejamento Estratégico da AGE do Mapa, José Garcia Gasques. Em 2013, a soja representará 34% do valor da produção das lavouras pesquisadas.

Este ano, aliás, a maioria dos produtos deve obter melhores resultados do que em 2012. Com exceção de algodão e café, todos os demais apresentam aumentos expressivos no valor da produção. “Os preços agrícolas favoráveis e as expectativas de maior produção conduzem a esse resultado neste ano”, explicou Gasques.

Após a soja, os maiores destaques são: tomate, 72,0%; laranja, 70,9%; maçã, 36,3%; feijão, 31,6%; cebola, 31,2%; trigo, 25,8% e milho, 22,3%. Em níveis pouco mais abaixo destes encontram-se o arroz, batata inglesa, cana-de-açúcar e fumo.

Nas estatísticas regionais do VBP de 2012, o Centro-Oeste obteve alta de 34,9%, seguido de resultados positivos do Nordeste (13,6%) e Norte (12,4%). Sul e Sudeste apresentaram variações negativas, de 1,8% e 4,5%, respectivamente.

Ainda de acordo com Gasques, as secas no Sul prejudicaram bastante os resultados do ano, principalmente no Rio Grande do Sul. “No Nordeste, a seca também afetou vários estados, mas ainda assim a região obteve resultados positivos quanto ao valor da produção”.


Fonte : Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Tópico elaborado por Marcelo Gil.


****************************************************************************************

                                                               Link desta postagem ;

            http://mgilrepresent.blogspot.com.br/2013/01/valor-de-producao-de-lavouras-no-brasil.html


****************************************************************************************

NO GOOGLE PROCURE POR M.GIL REPRESENTAÇÕES E INTERMEDIAÇÕES DE NEGÓCIOS.

CONHEÇA TODOS OS TÓPICOS PUBLICADOS. CLIQUE EM POSTAGENS MAIS ANTIGAS.

****************************************************************************************