segunda-feira, 26 de março de 2012

INCRA ANUNCIA TOMATE ORGÂNICO A UM CUSTO 80% MENOR DO QUE NA PRODUÇÃO CONVENCIONAL !!!



                                        Imagem ilustrativa do cultivo de tomates orgânicos.


Lavouras de tomate orgânico crescem em meio à exuberante mata atlântica do Projeto de Desenvolvimento Sustentável Professor Luiz David de Macedo, em Apiaí (SP). Os assentados levaram algum tempo para dominar a técnica do cultivo orgânico de tomate. Mas, hoje, conseguem uma produtividade de 130 caixas de 25 quilos por mil pés. E a um custo de R$ 2 por planta, 80% mais baixo do que o da produção convencional, com uso de adubos e defensivos químicos, que pode chegar a R$ 10 por tomateiro.

Denise Gonçalves de Campos plantou 1,6 mil pés de tomate em dezembro e está contente com o resultado. “Está dando uma renda boa”, comemora. Antes de se tornar beneficiária do Programa Nacional de Reforma Agrária, Denise trabalhava como assalariada em lavouras de tomate. “A gente sabe por experiência própria que o veneno não faz bem. Sente que prejudica a saúde”. Hoje, ela usa apenas esterco de galinha como adubo e calda bordalesa, um defensivo comum na agricultura orgânica.

A comercialização dos produtos é feita por meio da Ecoovalle, a Associação dos Produtores Agroecológicos da Mata Atlântica do Vale do Ribeira, fundada pelos assentados. Todas as 65 famílias do PDS Professor Luiz David de Macedo participam da associação e fornecem produtos para o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), operacionalizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O contrato atual com a Conab prevê a entrega de aproximadamente quinhentas toneladas de alimentos, entre frutas, verduras e legumes, a seis entidades assistenciais do município.

Uma das instituições beneficiadas é o Hospital Dr. Adhemar de Barros, onde são servidas em média 200 refeições por dia. O diretor executivo do hospital, João Mitsui Sakô, ressalta a importância das doações: “Os recursos da saúde são escassos. Esta parceria é muito importante para reduzir custos. Hoje, nós podemos servir uma salada à noite para os funcionários, coisa que não tínhamos antes”. A nutricionista do hospital, Mariuza Aparecida Lopes, percebeu a evolução da qualidade dos produtos do assentamento ao longo dos últimos quatro anos. “Houve uma melhora muito grande. Hoje os produtos estão excelentes”, elogia.

Apesar de agroecológica, sem uso de insumos químicos, a produção do assentamento ainda é vendida a preço de produtos convencionais. O assentado Osvaldo Calodiano explica que a Ecoovalle busca, agora, se credenciar como Organização de Controle Social no Ministério da Agricultura. Com isso, a associação poderá vender os produtos a preço de orgânicos. “Atualmente a gente vende o quilo do tomate a R$ 1,90. Mas o tomate orgânico chega a R$ 7 o quilo nos grandes centros”, diz.

Fonte : Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA).

Matéria indicada por Luan Cabral Pereira ( Gestão Ambiental UNISANTOS ).

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quinta-feira, 22 de março de 2012

SOJA CONTRIBUI PARA AS EXPORTAÇÕES NO BRASIL !!!



                                                       Imagem meramente ilustrativa.


As exportações do agronegócio brasileiro em fevereiro totalizaram US$ 5,9 bilhões, 11,8% a mais na comparação com o mesmo mês de 2011.

As importações alcançaram US$ 1,3 bilhão. Como resultado, a balança comercial do agronegócio registrou superávit de US$ 4,7 bilhões.

O setor do agronegócio que mais contribuiu para o aumento das vendas externas foi o complexo soja (grão, farelo e óleo), que registrou crescimento de US$ 517 milhões para US$ 1,2 bilhão no valor exportado. O acréscimo foi de US$ 671,2 milhões, valor que suplantou o aumento total das exportações de fevereiro e participa com quase 20% no valor total exportado. Este resultado faz parte da Balança Comercial do Agronegócio divulgado nesta quarta-feira, 21 de março, pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

Outros segmentos exportadores com destaque nesse mês foram as carnes (US$ 1 bilhão), complexo sucroalcooleiro (US$ 865 milhões), produtos florestais (US$ US$ 746 milhões) e café (US$ 584 milhões).

Os cinco principais setores mencionados respondem por 75% nas exportações de fevereiro deste ano.

Quanto ao destino das exportações do agronegócio, os valores exportados aumentaram muito para a Ásia (US$ 1,560 bilhão), União Europeia (US$ 1,797 bilhão) e África (US$ 695 milhões).

Na análise por país, destaca-se o forte crescimento das exportações para a China (+171,5%). A elevação das vendas ao país possibilitou que a participação chinesa chegasse a 11% do total das exportações em fevereiro de 2012.

Fonte : Ministério da Agricultura.


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quarta-feira, 14 de março de 2012

SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA DECIDE QUE VENDAS INTERNAS NA ZONA FRANCA DE MANAUS SÃO ISENTAS DE PIS E COFINS !!!



                                                        Imagem meramente ilustrativo.


Por serem equiparáveis às exportações, vendas feitas por empresas da Zona Franca de Manaus (ZFM) dentro dessa mesma localidade são isentas da contribuição ao PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para Financiamento da Seguridade Social). A decisão foi tomada de forma unânime pela Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), em recurso interposto pela fazenda nacional contra a Samsung do Brasil Ltda.

A fazenda pretendia cobrar as contribuições da Samsung por vendas a outra empresa também situada na ZFM. Para o Fisco, a compra de bens produzidos na zona franca por outra empresa também lá localizada não seria coberta pelo artigo 4º do Decreto-Lei 288/67, que regula a isenção fiscal em Manaus.

Ao interpretar o referido dispositivo legal, o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) decidiu que as vendas realizadas por empresas sediadas na ZFM a outras situadas no mesmo local equiparam-se à exportação. Por isso, gozam do benefício fiscal de isenção do PIS e da Cofins. Com esse entendimento, o tribunal negou a apelação fazendária.

No recurso ao STJ, a fazenda insistiu na tese de ofensa do artigo 4º do DL 288/67, pois o dispositivo legal só se referiria a exportações para a ZFM. Argumentou que, no caso, não houve exportação, mas sim circulação interna de mercadorias. Para o fisco, as normas que definem isenções devem ser interpretadas restritivamente, nos termos dos artigos 111, 176 e 177 do Código Tributário Nacional (CTN). Alegou, por fim, que estender o termo “exportação” para compras no limite do mesmo estado altera indevidamente o conceito fixado pela Constituição para definir competências tributárias.

Em seu voto, o relator do processo, ministro Castro Meira, admitiu o recurso apenas sobre a questão do artigo 4º do DL 288/67, já que a fazenda não prequestionou os artigos do CTN, ou seja, não os discutiu anteriormente no processo. O ministro também não considerou a suposta violação à Constituição, afirmando que o tema deveria ser tratado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).


JURISPRUDÊNCIA

O ministro Castro Meira destacou que a venda de mercadorias nacionais para a ZFM foi equiparada às exportações. A Constituição Federal, no artigo 149, confere à União capacidade exclusiva de instituir contribuições sociais, de intervenção no domínio econômico, como instrumento de sua atuação. Além disso, as legislações infraconstitucionais da Cofins (Lei Complementar 70/91) e do PIS (Lei 10.637/02) mantiveram as isenções em relação à zona franca. A jurisprudência da Corte seria farta nesse sentido.

O caso, reconheceu o ministro, não seria idêntico aos precedentes julgados pelo STJ, pois a venda ocorreu dentro da mesma área de isenção. Entretanto, ele afirmou que seria perfeitamente cabível manter os incentivos fiscais. “São antigas as preocupações do governo federal com a ocupação e o desenvolvimento econômico da Amazônia. Em 1957, durante o governo JK, foi editada lei criando uma zona franca em Manaus”, lembrou o ministro Castro Meira. Legislações posteriores mantiveram e ampliaram esses benefícios.

Vários fatores levaram à criação da ZFM, como a necessidade militar de ocupar e proteger a região amazônica e a questão social, no intuito de diminuir as desigualdades regionais. “Para atrair investidores interessados em aplicar o seu capital em uma região praticamente inóspita, com mercado consumidor pequeno e de baixa renda, longe de grandes centros, além de outros problemas, foram criados inúmeros incentivos fiscais, dentre eles o previsto no artigo 4º do DL 288/67”, apontou Castro Meira.

O ministro concluiu que a interpretação dada pela fazenda ao artigo 4º não é compatível com o objetivo do decreto-lei, que no seu primeiro artigo determina a criação de um centro industrial, comercial e agropecuário com condições econômicas que permitissem seu desenvolvimento.

“Ora, se era pretensão do governo atrair o maior número de indústrias para a região, não é razoável concluir que o artigo. 4º do DL 288/67 tenha almejado beneficiar, tão somente, empresas situadas fora da ZFM”, ponderou o relator. Segundo o ministro, outro entendimento tornaria mais vantajoso, ao menos sob a ótica do PIS e da Cofins, não fixar sede na Zona Franca de Manaus.

Fonte : Superior Tribunal de Justiça (14.03.2012).

Processo de referência : REsp 1276540

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domingo, 11 de março de 2012

EMBRAER ENTREGA O 100º JATO EXECUTIVO NO BRASIL PARA O AMIL RESGATE SAÚDE !!!



                                                 Imagem do Phenom 300 da Amil Saúde


A Embraer entrega hoje a primeira versão do jato Phenom 300, matrícula PP-UTI, totalmente adaptada para o transporte aeromédico, para o Amil Resgate Saúde. A aeronave, configurada como uma verdadeira Unidade de Tratamento Intensivo aérea, é o 100º jato executivo Embraer entregue no Brasil.

“Com esta moderna aeronave, podemos oferecer um atendimento único e de excelência, padrões preconizados que refletem na satisfação de nossos clientes”, completa Jorge Ferreira da Rocha, Presidente da Amil Assistência Médica Internacional.

“A entrega do 100º jato executivo Embraer no Brasil para atender aos desafiadores requisitos operacionais da Amil torna esta conquista ainda mais importante”, disse Breno Corrêa, Diretor de Marketing e Vendas da Embraer para a América Latina – Aviação Executiva. “O rápido crescimento do mercado brasileiro de jatos executivos é sinal de amadurecimento. Os empresários vêem cada vez mais este produto como uma poderosa ferramenta de produtividade, uma verdadeira máquina de ganhar tempo, que ajuda a gerar riqueza para a empresa que o utiliza e para o país como um todo.”

A Embraer executou toda a integração dos equipamentos à aeronave, o que incluiu um novo projeto do interior, certificação adicional junto às autoridades aeronáuticas e montagem. A atual configuração da cabine proporciona espaço para uma maca de resgate na posição horizontal e quatro assentos para a tripulação médica e acompanhantes, além de um toalete privativo com lavatório integrado na parte traseira. Todos os assentos possuem um mecanismo de rotação que possibilita proximidade com o paciente, facilitando a execução dos procedimentos médicos necessários em vôo.


SOBRE O PHENOM 300 AEROMÉDICO

O Phenom 300 recebeu a certificação suplementar de tipo e a instalação do pacote especial para resgate médico. São dez horas de autonomia de oxigênio e mil watts de potência para o funcionamento de equipamentos médicos de última geração: monitor, desfibrilador, marca-passo, oxímetro, ventilador, bombas de infusão e incubadora de transporte.

O jato pode ser utilizado em atendimentos que envolvam distâncias superiores a 300 km e em casos de maior gravidade, oferecendo assim segurança e conforto ao paciente. A aeronave se destaca pela modernidade, a velocidade (839 km por hora), e a capacidade para operar em pistas curtas e oferecer amplo espaço interno.

A autonomia de vôo (3.650 km) permite vôos sem escalas da sua base, em São Paulo, para qualquer capital de Estado brasileiro e algumas cidades no exterior, como Buenos Aires (Argentina) e Santiago (Chile). Esta nova versão do Phenom 300 é equipada com o tradicional sistema PLUS (Patient Loading Utility System), fabricado pela LifePort, uma das maiores empresas do mundo na customização de aeronaves na versão aeromédica. Trata-se de um sistema completo composto de parte elétrica, mecânica e de gases que oferece maior segurança e mais eficiência no embarque e acomodação do paciente, tudo isso sem interferir no funcionamento do jato.

O sistema tem entradas independentes de eletricidade, que permitem o funcionamento sem impactos para a aeronave, travas na maca para maior segurança, principalmente em casos de turbulências, e suporte de oxigênio com duração de 10 horas. Outros diferenciais são a agilidade e a rapidez de locomoção, sem gastar tanto combustível. O jato dispõe da maior pressurização de cabine da categoria light, ponto favorável para pacientes que necessitam permanecer em condições mais próximas às do nível do mar.

A porta de entrada do avião é a maior do segmento e facilita a entrada e a saída do paciente. A cabine é confortável e espaçosa, características que tornam o jato uma ótima opção para operações de transporte aeromédico. Além disso, a capacidade de operar em pistas curtas permite o acesso a diversas localidades no Brasil e até em outros países, flexibilizando a utilização do avião.


SOBRE O AMIL RESGATE SAÚDE

Pioneiro no país, criado em 1993, o Amil Resgate Saúde é um completo sistema de transporte aeromédico, que conta com profissionais de nível internacional e com unidades que são verdadeiras UTI móveis. Também foi o primeiro em seu segmento a conquistar, em 2009, a certificação da Joint Commission International (JCI), o mais importante órgão certificador de serviços de saúde no mundo. Com cobertura em todo o território nacional, possui a mais moderna frota de ambulâncias, helicópteros e jato para a remoção de pacientes em estado grave, com problemas cardiológicos, neurológicos e politraumatismos.


SOBRE A AMILPAR

A Amil Participações S.A. é a maior empresa de medicina de grupo no Brasil, de acordo com a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), atendendo atualmente a mais de 5,7 milhões de beneficiários nos Estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Bahia, e no Distrito Federal. A companhia também é a empresa de medicina de grupo com a maior rede credenciada no Brasil, com mais de 3.500 hospitais, 57.700 consultórios e clínicas médicas, e 12.800 laboratórios e centros de diagnóstico de imagens. A Amil Assistência Médica realiza anualmente 33 milhões de exames e 14,5 milhões de consultas, e recebe mais de 26 milhões de ligações no Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC).

Fonte : Empresa Brasileira de Aeronáutica ( EMBRAER ).


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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

AZUL LINHAS AÉREAS BRASILEIRAS COMPRA MAIS 10 JATOS EMBRAER 195 !!!



                             Imagem do jato Embraer 195 Azul voando sobre o Rio de Janeiro.


Apenas quatro meses após adquirir 11 jatos EMBRAER 195, em outubro de 2011, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras, confirmou mais dez opções para a aquisição de jatos do mesmo modelo para serem utilizados em sua malha a partir de 2015.

O acordo eleva o total de aviões contratados para 62 (57 E195 e cinco E190), dos quais 33 já estão em operação, juntamente com outros cinco E190 adquiridos pela Azul de outras empresas. O valor total do negócio, a preço de lista, é de USD 478 milhões.

Os novos E195 serão configurados com 118 assentos em classe única e apoiarão o futuro crescimento da Azul, que em pouco mais de três anos de operação, transportou 15 milhões de pessoas. A terceira maior companhia aérea do Brasil atende atualmente 44 destinos, com mais de 350 vôos diários no país, e é responsável por quase 10% do tráfego doméstico de passageiros.

“Tendo os E-Jets da Embraer como base da frota, a Azul apresenta um crescimento extraordinário desde que iniciou operações, no final de 2008”, disse Paulo Cesar de Souza e Silva, Presidente da Embraer, Aviação Comercial. “Explorando rotas de média e baixa densidade que até então estavam desatendidas, a Azul criou e consolidou um novo modelo de negócio na aviação brasileira, trazendo serviços de altíssima qualidade para pessoas que, em muitos casos, estão voando pela primeira vez.”

David Neeleman, fundador e presidente do Conselho de Administração da Azul Linhas Aéreas Brasileiras, destaca que essa nova compra reforça o vínculo da companhia com a fabricante, uma vez que se refere a um plano de expansão de frota para 2015. “Este pedido enfatiza nossa crença de que os E-Jets são os aviões certos para o desenvolvimento das operações da Azul no Brasil para os próximos anos. Esta capacidade adicional nos ajudará em nosso crescimento e em nossa missão de trazer segurança, conforto e transporte aéreo acessível para o País.”


AZUL LINHAS AÉREAS

Com três anos de operações, a Azul Linhas Aéreas Brasileiras conecta 44 destinos – 43 cidades, com mais de 350 vôos diários. Somando-se às oito linhas de ônibus, são 48 cidades brasileiras conectadas pela companhia. A Azul já ultrapassou a marca de 15 milhões de clientes transportados desde a sua fundação. 

Atualmente, opera uma frota de 38 jatos Embraer, modelos E190 e E195, além de nove turboélices. 

O papel da empresa é estimular o tráfego aéreo e dinamizar a economia brasileira por meio de uma equação tão simples de entender quanto difícil de imitar: preços baixos com alta qualidade de serviços.

O sucesso da companhia é atestado pelos prêmios “Melhor Empresa Aérea do Brasil” pela revista Viagem e Turismo e revista Avião Revue; Uma das 30 marcas de maior destaque no mundo pela Advertising Age de Nova York; melhor companhia aérea de baixo custo da América Latina pela Skytrax World Airline Awards (premiação reconhecida como referencial de excelência no setor aéreo); e “Uma das 50 companhias mais inovadoras do mundo” pela revista Fast Company.

Fonte : Embraer.

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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

24ª EDIÇÃO DO SHOW RURAL COOPAVEL TEM META DE R$ 1 BILHÃO EM NEGÓCIOS !!!



                                                            Imagem do logo do evento.


Durante esta semana, empresas e institutos vão mostrar em Cascavel o que há de mais moderno em tecnologia para atender o agronegócio nacional.

Com uma meta de movimentar R$ 1 bilhão em negócios, a 24 edição do Show Rural Coopavel, que começou ontem (6), em Cascavel, foca este ano a tecnologia e a sustentabilidade do campo. O evento, que termina no próximo sábado, contará com mais de 400 expositores e tem uma expectativa de público superior a 180 mil pessoas. Segundo o coordenador geral da feira, Rogério Rizzardi, o objetivo do evento é atender o produtor que está em busca de novas tecnologias visando a eficiência produtiva e ao mesmo tempo a conservação ambiental.

A tecnologia, avalia Rizzardi, tem um papel fundamental no aumento da produção mundial de alimentos, que é um dos principais desafios do século XXI. ''Temos que aumentar o volume de alimentos para atender o crescimento da população mundial'', destaca. Rizzardi completa que segundo a FAO, o mundo necessita dobrar a produção de alimentos até 2050. Entretanto, segundo o coordenador do evento, essa meta poderá ser atingida já em 2030 se os investimentos em tecnologia continuarem firmes.

Rizzardi destaca que a presença de organizações de pesquisas na Coopavel demonstrarão que é possível, com o uso de novas técnicas, produzir mais e melhor. O Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), é uma das instituições que quer mostrar no evento que isso é possível. De acordo com o organizador do Iapar no evento, Celso Helber, a participação da entidade no Show Rural tem por objetivo apresentar as novidades em pesquisas voltadas a eficiência do campo, ''Mostraremos em nosso estande várias novidades, principalmente no que diz respeito ao setor de biotecnologia''

Helber frisa que o intuito do Iapar nesse segmento é ensinar o produtor a diagnosticar determinadas pragas ou doenças e a forma como o agricultor pode gerenciar o problema. Só para o setor de tecnologia, o Iapar destinou uma área de um hectare para suas demonstrações.

Dentre as principais apresentações, o controle de nematóides por meio da rotação de cultura deverá ganhar um destaque especial. Andressa Machado, pesquisadora do Iapar, enfatiza que dados preliminares mostraram que algumas espécies de plantas diminuíram em até 80% a população de nematóides. A pesquisadora acrescenta que os prejuízos em uma lavoura com alto índice de infestação pode chegar a uma perda de até 60% da produção. Para demonstrar essas técnicas durante o evento, o Iapar montou, pela primeira vez, um laboratório de nematologia. Andressa afirma que a grande demanda levou a instituição a ter uma área específica somente para falar do tema.


LANÇAMENTOS 

A Cooperativa Coodetec aproveitará o Show Rural 2012 para lançar sua nova linha de produtos. A instituição apresentará as variedades de soja de melhor adaptação para a região Sul do Brasil e Paraguai. A tecnologia, segundo a cooperativa, tem por características o plantio antecipado, crescimento indeterminado e tolerância a nematóides e outras doenças. Entre as tecnologias transgênicas disponíveis em 2012, a cultivar CD 2585RR de ciclo superprecoce e resistente ao acamamento é um dos destaques. Indicada para as regiões altas e frias, a variedade promete alto índice de produção. Os visitantes também poderão conferir as novas cultivares CD 2630RR e CD 2737RR.

Outro lançamento é da empresa Syngenta, que apresentará três variedades de soja (SYN 1152RR, SYN 1157RR e SYN 1158RR), além de híbridos de milho Maximus Viptera, Status, Truck, Fórmula e Feroz, desenvolvidos com a tecnologia exclusiva Agrisure Viptera. Nessa mesma linha de lançamentos segue a Bayer CropScience, que preparou uma estrutura com campos demonstrativos, salas de tratamento industrial de sementes e palestras com pesquisadores para fomentar o conhecimento do produtor sobre as novas tecnologias. Entre as novidades da empresa estão o lançamento de um sistema de manejo do complexo de doenças que atingem a cultura da soja na região Sul. 

Fonte : Folha / Agrolink

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

AQUECIMENTO GLOBAL AMEAÇA PROSPERIDADE DA CHINA !!!



                                                     Imagem atual da poluição na China.


O aquecimento global ameaça a marcha chinesa rumo à prosperidade ao reduzir safras, encolher os rios e provocar mais secas e enchentes, de acordo com a mais recente avaliação sobre mudança climática do governo, projetando grandes mudanças na forma como a nação asiática alimenta sua população.

O alerta está no "Segundo Relatório de Avaliação Nacional sobre a Mudança Climática", que resume o conhecimento científico avançado sobre as consequências e custos do aquecimento global para a China - a segunda maior economia do mundo e o maior emissor de gases que provocam o efeito-estufa.

O aquecimento global alimentado por gases do efeito-estufa lançados na atmosfera pela indústria, transporte e a mudança no uso da terra representam uma ameaça de longo prazo à prosperidade da China, à sua saúde e à produção de alimentos, diz o relatório.

Com a tendência da economia chinesa de rivalizar com a dos Estados Unidos em tamanho nas próximas décadas, isso vai provocar consequências maiores. "A China enfrenta condições ecológicas e ambientais extremamente sombrias sob o impacto do aquecimento global continuado e mudanças ao ambiente regional da China", diz o relatório de 710 páginas, publicado oficialmente no ano passado, mas divulgado ao público recentemente.

Mesmo assim, a crescente emissão de dióxido de carbono da China, o principal gás do efeito-estufa, lançado pela queima de combustíveis fósseis, começará a cair apenas por volta de 2030, com grandes quedas registradas apenas depois de meados do século, diz o estudo.

Assumindo que não haja medidas para combater o aquecimento global, a produção de grãos no país mais populoso do mundo pode cair de 5 a 20 por cento até 2050. Mas essa possível queda pode ser mantida sob controle com escolhas de culturas e práticas agrícolas melhoradas, assim como irrigação e um aumento do uso de fertilizantes.

A China é o maior consumidor mundial de cereais, e vem buscando cada vez mais fornecedores estrangeiros de milho e soja. O relatório foi redigido por equipes de cientistas supervisionados por autoridades do governo, e segue uma primeira avaliação divulgada em 2007. Não sugere políticas, mas oferece uma base de evidências e previsões que podem ajudar no estabelecimento de uma política para a área. 


CUSTOS CRESCENTES 

"Geralmente, os impactos observados da mudança climática na agricultura foram tanto positivos quanto negativos, mas principalmente negativos, mas como as temperaturas continuam a subir, as consequências negativas serão cada vez mais graves", disse Lin Erda, um dos autores do relatório, especialista sobre a mudança climática e agricultura da Academia Chinesa de Ciências Agrícolas. 

Durante certo período de tempo, as pessoas serão capazes de se adaptar, mas os custos da adaptação vão aumentar, inclusive para a agricultura. Sob cenários diferentes de níveis de gases de efeito-estufa e seus efeitos, até o final deste século a temperatura atmosférica da China terá subido, em média, entre 2,5 graus e 4,6 graus Celsius acima da média de 1961-1990. A água, muita ou pouca, está no centro de como esse aquecimento pode prejudicar a prosperidade chinesa.

Fonte : Reuters

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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

MUDANÇA NA TRIBUTAÇÃO DO CAFÉ FAVORECE OS PEQUENOS PRODUTORES !!!



                                                    Imagem de sacas de Café do Brasil.


A cobrança do Fundo para o Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PASEP) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre a comercialização do café em grão cru no mercado interno foi suspensa desde 1º de janeiro de 2012. O prazo foi estabelecido na Instrução Normativa da Receita Federal do Brasil nº 1.223, publicada em 26 de dezembro de 2011 no Diário Oficial da União. A normativa regulamenta os arts. 4º a 7º da Medida Provisória nº 545, de 29 de setembro de 2011.


As mudanças na tributação do setor alteram, principalmente, o sistema de créditos presumidos relativos à contribuição para o PIS/Pasep e à Cofins apurados ao longo da cadeia. O modelo anterior permitia a interposição de pessoas com o objetivo de gerar créditos cheios nas operações que deveriam proporcionar a apuração de créditos presumidos. Tal prática prejudicava o pequeno cafeicultor, que acabava ficando de fora do mercado. Pelo novo modelo, a tributação passa a focar o tipo de produto e não mais a natureza da empresa que produz ou comercializa café.

Com as novas regras, será possível apurar crédito presumido da contribuição para o PIS/Pasep e da Cofins no percentual conjunto de 0,925% sobre as receitas de exportação de café cru, adquirido com suspensão das contribuições. No caso da torrefação, o percentual do crédito presumido das contribuições, calculado sobre as aquisições de café cru, é aumentado de 3,2375% para 7,40%. O percentual é o mesmo, não importando se a aquisição é realizada de pessoa física ou de pessoa jurídica.

A mudança favorece os cafeicultores, pois anteriormente as empresas torrefadoras preferiam comprar café de atacadistas (maquinistas), o que lhes dava direito à apuração de crédito cheio, no percentual de 9,25%.

O diretor do Departamento do Café, da Secretaria de Produção e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Edilson Alcântara, diz que o grande benefício da mudança é dar equilíbrio na relação comercial do café no Brasil. Ele acredita que o novo sistema de tributação proporcionará maior transparência.

Fonte : Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

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quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS INDÚSTRIAS DE ÓLEOS VEGETAIS MANTÉM ESTIMATIVA DA SAFRA DE SOJA NO BRASIL EM TORNO DE 75 MILHÕES DE TONELADAS !!!

                                                       
                                                        Imagem meramente ilustrativa.


A nova safra de soja do Brasil foi estimada nesta segunda-feira (02) em um recorde de 74,6 milhões de toneladas, estável ante previsão de dezembro, de acordo com comunicado da Abiove, a entidade que reúne a indústria. 

 A previsão, válida para a safra cuja colheita está próxima de começar em algumas áreas do Centro-Oeste, indica um recorde ante a temporada anterior, segundo os números da Abiove (Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais). 

 Na temporada 11/12, o Brasil colheu 74,3 milhões de toneladas, de acordo com a associação que reúne empresas como Bunge, Cargill, ADM, Dreyfus e Maggi. 

"Não deu pra avaliar bem os impactos do clima, outras consultorias estão nessa linha, e a nossa pesquisa com os associados resultou nessa média de produção", afirmou o economista da Abiove, Daniel Amaral. 

As incertezas na nova safra estão relacionadas principalmente ao clima no Sul do país, onde a falta de chuva já comprometeu a produtividade de algumas lavouras no Paraná (segundo produtor do país), embora ainda não existam dados exatos sobre as perdas. 

"Mais um mês e teremos números mais exatos", comentou Amaral, lembrando que a manutenção da safra recorde se justifica pelo incremento de área na nova safra. 

 Nesta segunda-feira, consultoria Céleres também manteve sua estimativa de safra na comparação com dezembro, mas apontando um número maior, de 75,6 milhões de toneladas -a Céleres tem um dos números mais elevados entre os analistas privados. 


 EXPORTAÇÃO 

 Assim como fez na estimativa de dezembro, Abiove voltou a elevar a estimativa para a exportação da oleaginosa no ano industrial 2012/13 para um recorde de 34 milhões de toneladas, ante 33,5 milhões previstos anteriormente. O ano 12/13 começa em fevereiro. 

 A entidade também elevou nesta segunda-feira sua previsão de exportação de soja no ano 11/12, que se encerra neste mês. A estimativa foi aumentada para 33,2 milhões de toneladas, contra 32,6 milhões em dezembro. O processamento de soja em 2012/13 foi estimado em 37,6 milhões de toneladas, estável ante dezembro, contra 36,5 milhões na temporada 11/12. 

O processamento em 12/13, caso seja atingido, também será o maior da história do país.

Fonte : Agrolink.

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